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* Devido a chuva, plantio de milho safrinha é antecipado no Parana.
* Comerciante morre após comer em restaurante em Batatais,SP.
* Nepal abate frangos e patos após casos de gripe aviária.
* Plantio de soja atinge 93%
* Renda com avicultura.
* Em níveis baixos, estoques puxam cotações do milho.
* Dia Mundial do Ovo: texto do produtor de ovos e presidente do Natam
* Milho em alta faz agricultor vender milho que será ainda plantado em 2012.

* FAO alerta para propagação do vírus da gripe aviária.
* IMA envia a produtores mineiros portaria 158 sobre registro das granjas.
* ANVISA prepara normativa que libera ovos enriquecidos.
* Nos últimos 12 meses, exportação de ovos de consumo caiu à metade.
* Instituto Ovos Brasil: por que não ajudar ?
* Agro brasileiro está com a faca e o queijo nas mãos.
* Crise no setor dos suínos é reflexo do embargo russo às exportações.
* Avicultura de corte: alta no preço da ração e queda nas exportações dificultam atividade em SP.
* Mercado de ovos.  Crise à vista.
* Estiagem prejudica cultivo do milho safrinha em MS e MT.
* "A comida nos trai", afirma colunista do jornal The New York Times.
* Produtores de ovos de SP reclamam do custo de produção.
* Previsão de safra do IBGE é 7,8% maior que a recorde de 2010.

* Custos podem consumir alta dos commodities.
* Embargo à carne brasileira imposto pela Rússia preocupa produtores.
* Milho: câmbio deixa mercado ainda mais esvaziado (03/06/11).
* Resultado da colheita do milho surpreende agricultores em MG.
* Frango corre para acompanhar seu próprio crescimento.
* Preços dos alimentos vão dobrar até 2030, prevê ONG britânica.
* Interesse chinês em terras cria incômodo no Brasil.
* Otimismo na agricultura deve continuar nos próximos 5 anos.
* Cidades eliminam sacolas plásticas.
* G-20 discute controle no preço dos alimentos.
* Ritmo da expansão agrícola cai e pressiona preços.
* Aquecimento global diminui produção agrícola.
* América Latina é fundamental para aumentar produção de alimentos.
* Alimentos freiam Ásia.
* Análise de milho no mundo (Globo Rural-15/04/11).
* O ovo no Jornal Hoje...
* Cidade nos EUA declara soberania alimentar.
* Embalagens a vácuo pode ser alternativa à refrigeração de ovos.
* Doenças do coração não estão relacionadas ao consumo diário do ovo.
* Cultivo desanimador.
* Sem gaiolas, EUA se tornará importador de ovos.
* Galinha adota gatinhos.
* Fazenda alemã vende seus produtos em máquinas automáticas.
* Entidades discutem o bem-estar animal.
* Anvisa adverte: ovo pode, mas só bem cozido!
* O Ovo é nosso outra vez
* Fezes de galinha vira fonte de energia.
* Destino correto para aves e suínos mortos.
* O ovo na legalidade.
* Estudo diz que colesterol do ovo é insignificante.(Jornal Nacional 13/02/09)
* Colesterol dos ovos NÃO oferece riscos à saúde, diz estudo.
* Divergências de idéias
* Um ovo por dia aumenta risco de diabetes, diz estudo.
* Humanidade vai precisar de 2 planetas em 2030.
* Autoridades querem regulamentar produção e transporte de ovos.
* Veja a dieta do nadador americano Michael Phelps.
*Galinha cubana põe ovo que pode entrar no Guinness.
*Governo retorna a política de estoque de alimentos.
*Governo quer produção maior de alimentos para combater a crise.
*Isopor também pode ser reciclado.
*Consumidor paga mais por alimentos devido aos impostos.
*Crise de alimentos fará do Brasil "celeiro do mundo", diz especialistas.
*Gripes surgem na Ásia e terminam na América do Sul.
*
Estudo do governo reafirma capacidade do Brasil de suprir demanda.
* Especialista diz que Brasil está preparado para epidemia de gripe aviária.
* Oposição européia ameaça projeto brasileiro do etanol.
*Ovo: velho vilão ou novo mocinho ?
*Homens, patos e arroz tem papel-chave nos surtos de gripe aviária.
*Galinha põe ovo de 250 gramas na Bahia e bate recorde mundial.
*O que eleva os níveis do colesterol ?
*Atenção OVOS BRASIL para esta notícia: "Campanha aumenta venda de carne suína em supermercados.

*Vacina contra gripe aviária é mais eficaz com água e óleo.
*Para refletir: Valorizar mais a LUCRATIVIDADE do que o VOLUME.
*Estudo: ovo reduz peso e não aumenta colesterol.
*Gripe aviária pode matar 07 milhões de pessoas, adverte a OMS.
*Resgate os OVOS do exílio gastronômico.
*Aquecimento deixará milhões famintos e sem água, diz estudo.

*Ameaça de pandemia da gripe aviária persistirá por anos.
*Buraco na camada de ozônio sobre a Antârdida bate recorde em 2006.
*A VOLTA TRIUNFAL DO OVO !!
*A volta por cima do ovo: Globo Repórter.
*Frango é o culpado da destruição da Amazônia, diz Greennpeace.


 



Devido a chuva, plantio de milho safrinha é antecipado no Paraná.

As primeiras cargas de sementes de milho começam a deixar a Cooperativa de Cascavel rumo às fazendas. Quase todo o estoque foi comercializado ainda em dezembro/11 e este ano, houve um aumento de 30% nas encomendas: de 32 mil sacas para 46 mil. “O preço do milho está bom, então o produtor se adiantou na compra das sementes”, explica Marcos Alexandre Marcão, gerente de sementes da Coopavel.
O aumento se confirma no campo, onde os produtores já botaram as plantadeiras para funcionar. Depois da quebra na safra de verão por causa da estiagem, é no milho que os agricultores apostam para as lavouras de inverno. O produto a cada ano ganha mais espaço no Paraná.
De acordo com a Secretaria de Agricultura, esta será uma safrinha recorde, com 10% de aumento de área no estado.
Safra maior e antecipada, muitos produtores estão plantando bem mais cedo que o normal porque a seca acelerou o ciclo da soja.
O bom preço e o desânimo com o trigo são os motivos do aumento na área plantada. “Considerando clima bom e satisfatório para o desenvolvimento da safra, que está vindo mais cedo este ano, estamos esperando bons resultados com o milho segunda safra”, explica Jovir Esser, economista da Secretaria de Agricultura do Paraná.
Fonte: Globo Rual (17/01/12)
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Comerciante morre após comer em restaurante em Batatais,SP.
Um comerciante morreu neste domingo (15/01) em decorrência de uma intoxicação alimentar após comer uma maionese em um restaurante de Batatais, no interior de São Paulo. Outras 50 pessoas passaram mal e procuraram o pronto-socorro da cidade com sintomas de intoxicação.
Antônio Sérgio Ferreira Lima, de 55 anos, consumiu o alimento na quinta-feira (12). No dia seguinte, foi internado com náuseas, vômito e diarréia. A vítima teve seu estado de saúde agravado e chegou a ser transferida para a UTI da Santa Casa da cidade no sábado (14/01).
Lima era dono de uma pizzaria em Batatais e tinha familiares em Ribeirão Preto, onde será enterrado nesta manhã de segunda-feira (16/01). Um boletim de ocorrência foi registrado pelo filho da vítima. A Polícia Civil aguarda o laudo com as causas da morte para definir os rumos da investigação.
Pelo menos 50 pessoas foram ao pronto-socorro e 21 precisaram ser internadas com sintomas de intoxicação alimentar após consumirem na quinta-feira (12/01) a comida do restaurante. Segundo a dona do estabelecimento, Renata Passagem Luiz, a Vigilância Sanitária já esteve no local e colheu amostras da comida, que estão sendo analisadas.
“Faz 13 anos que a gente trabalha com isso, temos uma clientela muito grande, sempre o pessoal gostou da nossa comida. Só que dessa vez foi um fato totalmente isolado. Nós suspeitamos que foi uma maionese que a gente fez e que o ovo deveria estar com algum problema. A gente suspeita pela maionese, porque as outras coisas, outras pessoas comeram aqui na minha casa e não passaram mal", afirmou.
A Vigilância Sanitária não foi encontrada para comentar o caso.
Fonte: O Globo.

*Comentário: Uma notícia desta pode atrapalhar e muito um trabalho que está sendo
feito a favor do ovo.  Esperamos que, caso a culpa seja do ovo, todos os detalhes das investigações sejam esclarecidas, como por exemplo, data de validade do ovo, armazenamento, procedência, etc.

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 Nepal abate patos e frangos após casos de gripe aviária.
02/12/11 - Centenas de frangos e patos foram abatidos por autoridades de saúde do Nepal depois de registrados casos de gripe aviária na região da capital Katmandu, de acordo com o governo do país.
"Mais de 500 frangos e patos foram abatidos nos últimos três dias. Também destruímos dezenas de ovos e diversos quilos de ração para aves", declarou o oficial de saúde do governo Narayan Prasad Ghimire.
Ele acrescentou que houve uma rápida resposta à descoberta nos arredores de Katmandu, para evitar que o vírus se espalhasse a outras partes da cidade. O surto foi descoberto depois que um criador local informou autoridades de saúde sobre a morte repentina de 90 frangos.
Amostras foram enviadas a laboratórios no Reino Unido e confirmaram a presença do vírus H5N1 da gripe aviária. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Globo Rural

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Plantio de soja atinge 93% e preocupação com clima ganha força.

O plantio da safra 2011/12 avança para o final com 93% das lavouras já implantadas até o dia 25/11/11, de acordo com levantamento da consultoria AgRural. Agora a preocupação com o clima começa a ganhar mais força já que nos próximos 45 a 60 dias ele definirá a produtividade da safra, de acordo com a consultoria. Os trabalhos de plantio avançaram 7 pontos porcentuais na semana mas estão um ponto abaixo do que foi registrado na mesma época de 2010.
De acordo com a AgRural, os últimos sete dias foram marcados por chuvas mal distribuídas em boa parte do Brasil. "Enquanto o Centro-Sul registrou precipitações abaixo da média, algumas regiões de Minas Gerais e da Bahia receberam bons volumes", disse a consultoria, completando: "Embora não se possa afirmar que haverá estiagem, a La Niña ativa reforça o temor de que falte chuva no Sul em dezembro e janeiro, durante a floração e o enchimento de grãos.
No Rio Grande do Sul, o plantio foi mais lento nesta semana por causa do tempo seco. A falta de chuva nas previsões para os próximos dias também segurou a semeadura, que chegou a 82%. O Paraná, por sua vez, teve uma semana mais seca e de temperaturas mais elevadas, após enfrentar termômetros abaixo da média em novembro. Mas, como a umidade do solo ainda é alta, as lavouras se desenvolvem bem, segundo a AgRural. O plantio chegou a 99%.
O Centro-Oeste também teve uma semana marcada por chuvas escassas. Mato Grosso do Sul, primeiro Estado a encerrar o plantio, ainda tem boas reservas hídricas no solo, mas as temperaturas subiram e há municípios, como Maracaju, no sul, que não recebem chuva há cerca de dez dias. Em Goiás, o plantio atingiu 99% da área. Em Mato Grosso, a irregularidade das chuvas também interfere no desenvolvimento de algumas lavouras, destaca a consultoria. Na divisa com o sudoeste goiano, onde tem faltado chuva e feito mais calor que o normal, há relatos de adiantamento de ciclo. No geral, porém, as plantas estão em boas condições, e o Estado mantém a expectativa de grande safra, com 99% da área plantada.
A AgRural projeta a produção brasileira neste ano-safra em 73,642 milhões de toneladas, com um plantio em 25 milhões de hectares.
Fonte:G1 Economia.
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Renda com avicultura.
Está à disposição dos visitantes da 24ª Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), que acontece no Parque de Exposições de Salvador, até o próximo domingo (04/12/11), um mini galpão para criação de galinha caipira, montado na Cadeia Produtiva da Avicultura.
Construído com apoio da Associação Baiana de Avicultores (ABA), toda didática de manejo alimentar, sanitário, questões econômicas envolvendo o mercado de galinha caipira é explicado, em detalhes, pelos técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri).
Uma curiosidade que os visitantes podem perceber, no estande, é a preocupação dos técnicos com o bem-estar do animal, e a busca por um produto mais saudável e saboroso. Segundo o veterinário da EBDA, Heitor Lima Ribeiro Filho, quase todo agricultor familiar cria galinhas em seu quintal como renda complementar. “Na Estação Experimental Cruzeiro do Mocó, da EBDA, em Feira de Santana, é provado que, com 100 aves, o agricultor familiar pode alcançar uma renda de meio salário mínimo, por mês”, afirmou Ribeiro Filho.
Ele complementa: “na estação, as aves são criadas em um sistema semi-intensivo, onde existe uma área coberta e outra para pastagem, e todas as técnicas são observadas para criação em pequena escala”, explicou o técnico.
Na Fenagro, o agricultor interessado pode conhecer os demais elos da cadeia da avicultura, a exemplo de empresas fornecedoras de equipamentos, insumos e frigoríficos, dentre outros. “A avicultura em pequena escala, é hoje uma excelente oportunidade de geração de renda para a agricultura familiar”, complementou Ribeiro Filho.

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Em níveis baixos, estoques puxam cotações do milho.
Com um volume de exportação ainda incerto e os estoques em níveis críticos, os preços do milho no Brasil devem ter uma forte alta até janeiro/12. A avaliação é do analista Paulo Molinari, da consultoria Safras & Mercados.
"O estoque de 2 milhões de toneladas é o que tem para atender o mercado interno até a entrada da próxima safra, em fevereiro/12", afirma Molinari. No mesmo período do ano passado, os estoques totalizavam 4 milhões de toneladas, de acordo com ele.
De acordo com Molinari, o total destinado ao mercado interno pode ser ainda menor. Isso porque, diz ele, não se sabe ao certo qual será o volume de exportações até janeiro. "Com isso, os preços devem seguir em patamares elevados. Não tem muita alternativa. O mercado interno terá de remunerar acima do valor pago na exportação".
No cenário mundial, o comportamento dos preços do milho, em níveis historicamente altos, permanecerá bastante volátil, pelo menos até setembro de 2012, quando começa a colheita da próxima safra de milho dos EUA, maior produtor mundial. "Até lá, teremos preços bem especulativos", diz Molinari, para quem a concorrência dos mercados de alimentação e produção de etanol continuará pressionando os preços. "A competição com a energia é o cerne e continuará sendo".
Molinari lembra que problemas climáticos afetaram as duas últimas temporadas do milho nos EUA, diminuindo ainda mais os estoques. "O quadro será mais grave do que 2011 porque os estoques são menores. Precisamos de safras recordes para recuperar os estoques e acomodar preços, já que a demanda deve continuar crescendo no médio prazo".
No Brasil, o economista estima recorde de produção para a safra 2011/12, de cerca de 64 milhões de toneladas. "O país terá um grande plantio tanto no verão quanto na safrinha". Ele pondera, no entanto, que essa produção pode ser afetada pelo fenômeno climático La Niña, que costuma reduzir o regime de chuvas no sul da América do Sul.
Paulo Molinari participou ontem (26/10/11) do 22º Congresso Brasileiro de Avicultura, em São Paulo. No evento, o presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, entregou ao vice-presidente Michel Temer um conjunto de 68 propostas para superar as deficiências da infraestrutura logística do país, que prejudicam a competitividade do segmento.

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Dia Mundial do Ovo: texto do produtor de ovos e presidente do Natam.

Dia Mundial do Ovo.

O dia do ovo,  para nós produtores é comemorado todo santo dia sem exceções pois, afinal nossa abençoada galinha não nos dá folga.
Olhando para trás ( há 10/12 anos), muito pouco tempo,  vimos nossa avicultura de postura dando um salto extraordinário.  Automatizações, granjas com milhões de aves, auditorias de supermercados,  pressões do SIF,  segurança do trabalho, licença ambiental, etc.  Foram muitas mudanças em pouco tempo na vida do produtor,  assim como a grande mudança econômica  em todo mundo e principalmente no Brasil.
Tudo isto acontecendo e muitos  de nós produtores brasileiros, ainda com a cabeça nos anos 80.
                -“ ... tem que diminuir o plantel de pintainhas...”
                -“... deixa o vizinho descartar suas aves velhas que vai faltar ovo daqui há pouco...”
Com toda esta mudança acontecendo e com perspectivas de um crescimento fantástico na população mundial, logicamente que o mundo vai precisar a cada dia de muito alimento.  Estamos com a faca e o queijo(ovo) na mão. 
Uma simples e rápida conta:
* Consumo de 130 ovos.  Este é o número de ovos consumido atualmente pelo brasileiro ao ano.  Considerando que somos  180.000.000 (cento e oitenta milhões): 65.000.000 de cxs de 30 dzs é o consumo de ovos durante o ano no Brasil hoje em dia.
Toda nossa produção é consumida aqui no Brasil.  Imaginem se nossa exportação fosse expressiva.
Continuando a nossa conta:
* Aumentando 20 ovos por pessoa serão mais 10.000.000 (dez milhões) de caixas de 30 dzs  consumidas no ano.  Quase 1.000.000 (um milhão) de caixas consumidas a mais ao mês !!!
Sendo assim, os produtores dos anos 80, precisam e devem modernizar suas idéias, frente às grandes mudanças ocorridas nos últimos anos.  Não cabem mais em nosso mercado idéias ultrapassadas.  Temos ao nosso dispor pessoas competentes que podem nos ajudar a ser melhores.
Atenção produtores: estamos em 2011, um novo século, uma nova realidade.
Vamos
pensar nestes 20 ovos (por enquanto).  Mas vamos pensar rápido.  Não é para hoje.  É para “ontem”.
O Instituto Ovos Brasil tem demonstrado que isto é possível.  Mesmo que atualmente a participação dos produtores seja  irrisória, a Ovos Brasil está mostrando que é possível sim virar o jogo.  Lembram que ovo era o vilão e hoje já é considerado mocinho ?
                - “...não vou pagar porque vai beneficiar o outro...”
                -“... não vou pagar porque o outro não paga...”
CHEGA, BASTA !!!
              
                  A FACA E O OVO ESTÃO EM NOSSAS MÃOS!!!

Texto do produtor de ovos e presidente do NATAM (Núcleo dos Avicultores das Terras Altas da Mantiqueira): Cláudio Scarpa.

“Que  cada ovo produzido seja sempre comemorado e não lamentado pelos próprios produtores".

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Milho em alta faz agricultor vender milho que será ainda plantado em 2012.
O bom preço do milho está mexendo com o mercado em Mato Grosso. Muitos agricultores aproveitaram o momento para vender a safra que só será plantada em 2012.
Na propriedade do agricultor Alisson Dalmaso, que fica em Lucas do Rio Verde, no norte de Mato Grosso, o solo está preparado para o início do plantio da safra de soja de verão. Depois da colheita, serão plantados 2,2 mil hectares de milho safrinha e mais da metade teve a venda acertada. O produtor receberá os insumos para o plantio e pagará com parte da produção.
O bom preço do milho para a safrinha de 2012 também reflete no aumento da área que será plantada. A expectativa é que seja 15% maior em relação à anterior.
O agricultor Carlos Fávaro, que também vendeu 35% do milho safrinha antecipadamente, conseguiu fechar contratos por R$ 19 a saca. “Eu comprei alguns insumos trocados a troco de sacas de milho a uma equivalência relativamente boa. E também fixei um pouco de preço em reais, que garante o operacional, como compra de combustível e peças”, diz.
Fonte: Globo Rural
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FAO alerta para propagação da gripe aviária.
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) emitiu um alerta nesta segunda-feira (29/8) para a possibilidade de aumento da propagação do vírus H5N1, responsável pela gripe aviária.
De acordo com o órgão, há sinais de que uma mutação do vírus está se espalhando pela Ásia e pelos seus arredores, trazendo “riscos imprevisíveis para a saúde humana”.
O H5N1 já infectou 565 pessoas desde o primeiro registro, em 2003. Dessas, 331 morreram em decorrência da gripe aviária. O último óbito foi identificado este mês no Camboja. O país, situado ao Sul do Continente Asiático, já confirmou oito casos da doença este ano, todos fatais.
Os serviços de vigilância veterinária do Vietnã estão em alerta máximo e consideram promover uma campanha de vacinação específica ainda este ano. A circulação do vírus na região, segundo a FAO, representa risco direto de contaminação para o Camboja, a Tailândia e a Malásia, além da Península Coreana e do Japão.
O órgão ressaltou ainda que a migração de aves selvagens pode espalhar a doença para outros continentes.
Fonte: Globo Rural (30/08/11)

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IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) envia a produtores mineiros a portaria 158 sobre registro das granjas.

PORTARIA Nº 1158, DE 04 DE AGOSTO DE 2011.

DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS COMERCIAIS NO ESTADO DE MINAS GERAIS.

O DIRETOR-GERAL DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA-IMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 13, incisos l, Vll e lX, combinados com o artigo 3º, incisos ll, XXlV letra b e XXXlV do regulamento a que se refere o Decreto nº 44611, de 10 de setembro de 2007, e considerando a importância da avicultura para o Estado; considerando as Instruções Normativas 56, de 4 de dezembro de 2007, e 59, de 02 de dezembro de 2009, que estabelecem os Procedimentos para Registro, Fiscalização e Controle de Estabelecimentos Avícolas de Reprodução e Comerciais; considerando que o processo de registro prevê diferentes etapas de procedimento para sua emissão; considerando o quantitativo de 2.650 estabelecimentos comerciais avícolas no Estado, e considerando a complexidade do sistema produtivo, envolvendo diferentes espécies e finalidades,
RESOLVE:

Artigo 1º - Fica estabelecida a data limite de 02 de dezembro de 2011 para protocolo do requerimento de registro e respectiva documentação dos estabelecimentos avícolas comerciais conforme a Instrução Normativa 56, de 4 de dezembro de 2007, e Instrução Normativa nº 59, de 02 de dezembro de 2009.

Artigo 2º - O Médico Veterinário Responsável Técnico de Estabelecimentos Avícolas, deverá apresentar o requerimento de registro e respectiva documentação dos estabelecimentos avícolas relacionados sob sua Responsabilidade Técnica.

Artigo 3º - A documentação citada no artigo 9º da Instrução Normativa nº 56 deverá ser entregue no Escritório Seccional do IMA da jurisdição à qual pertence o Estabelecimento Avícola a ser registrado.

Parágrafo Único: Após análise documental, visita de fiscalização e tendo sido atendidos os requisitos exigidos será emitido o certificado de registro de Estabelecimento Comercial Avícola.

Artigo 4º - A partir do prazo estabelecido no artigo 1º, a emissão de Guia de Trânsito Animal para aves e ovos férteis será proibida para os Estabelecimentos Avícolas que não atenderem ao disposto nesta Portaria.

Artigo 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Belo Horizonte, 04 de agosto de 2011.

Altino Rodrigues Neto
Diretor-Geral

Fonte: Avimig
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ANVISA prepara normativa que libera ovos enriquecidos.
Alimentos enriquecidos com vitaminas, proteínas e minerais estão fazendo a cabeça de muitos consumidores. Foi o que levou algumas empresas avícolas a lançarem os ovos enriquecidos com Ômega 3. O mais conhecido benefício do Ômega 3 é a sua capacidade de auxiliar na redução dos níveis de colesterol e triglicérides, assim como da pressão arterial.
Embora o Ômega 3 já esteja naturalmente presente no ovo, o alimento pode ser ainda mais enriquecido com o nutriente, através da suplementação, na ração, do precursor dos ácidos graxos Ômega-3: o ALA ( ácido alfa linolênico), contido na semente de linhaça. Dessa forma, a ave consegue produzir os ácidos Ômega-3 mais nobres – o EPA ( ácido eicosapentaenóico) e o DHA ( ácido docosahexaenóico), o que o organismo humano não consegue ou tem extrema dificuldade.
Atenta a uma melhor definição do que seja esse enriquecimento no ovo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chegou a propor ao Ministério da Agricultura, no final de 2010, a suspensão de autorização para a rotulagem “ovos enriquecidos com Ômega 3”. A petição ocorreu porque a Anvisa ainda não tinha entre suas normativas nada específico sobre o assunto. Mas, através de reuniões com o órgão, o setor de postura comercial brasileiro, representado pela Ovos Brasil e pela Associação Paulista de Avicultura (APA), conseguiu, no prazo de seis meses, apresentar explicações e justificativas.
A normativa entrou em consulta pública e, após esse período, a Anvisa aceitou as justificativas do setor e já avisou que vai liberar a rotulagem para o ovo enriquecido. Agora, o produto está novamente legalizado. Falta apenas a publicação da normativa, que, inclusive, vai harmonizar a liberação com os demais países do Mercosul.
Fonte: AVISITE
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Nos últimos 12 meses, exportação de ovos de consumo caiu à metade.(Avisite)
Dados compilados pela Jox Assessoria Agropecuária junto à SECEX/MDIC apontam embarques de pouco mais de 10 milhões de ovos em casca em junho de 2011 (28 mil caixas), volume 61,47% inferior ao do mesmo mês do ano passado. Em relação ao mês anterior houve boa recuperação, com aumento próximo de 40%. Mas isso, claro, decorre do baixo volume embarcado em maio de 2011.
A realidade é que, completado o primeiro semestre de 2011, os embarques do produto ficaram mais de 60% abaixo do que havia sido alcançado um ano antes. Ou 106,2 milhões de unidades, contra quase 277 milhões nos seis primeiros meses de 2010. Foi, também, o menor volume dos últimos quatro semestres.
Como mostra outra notícia de hoje, relativa à exportação de ovos férteis para produção de pintos de corte, o problema-chave das exportações brasileiras de ovos de consumo continua sendo o fortalecimento do real. Em função dele, principalmente, o volume embarcado nos últimos 12 anos ficou reduzido à metade do que havia sido exportado nos mesmos 12 meses anteriores.  Fonte: Avisite.
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Instituto Ovos Brasil: por que não ajudar ?
Avanços tecnológicos levaram a novos conhecimentos sobre o alimento ovo e o consumo deste. Hoje, sabe-se que o colesterol contido no ovo, uma vez ingerido, tem pouca interação com os níveis de colesterol no sangue. Logo que o ovo foi desmistificado, outras características passaram a ser pesquisadas e divulgadas. Descobriu-se, por exemplo, que a ingestão de ovos leva ao emagrecimento pela saciedade que este alimento propicia. Já a colina é benéfica para o desenvolvimento do sistema nervoso e cerebral, principalmente da criança. A luteína e a zeaxantina, presentes nos ovos, são caratenóides, com propriedades antioxidantes, que atuam protegendo os olhos da degeneração macular relacionada à idade e a características do indivíduo. O consumo deste alimento favorece a captação destes antioxidantes pela mácula. Neste cenário de novas descobertas, em 2007, surgiu o Instituto Ovos Brasil, uma entidade sem fi ns lucrativos com o objetivo de divulgar os resultados desses estudos para os formadores de opinião da área de saúde humana, como médicos, nutricionistas e enfermeiros. O projeto desta entidade é diferente de outros que já surgiram na tentativa de ajudar o setor a aumentar o consumo de ovos no Brasil, que está em torno de 137 unidades por pessoa ao ano. A Ovos Brasil atua voltada não só para o consumidor fi nal, mas também para os formadores de opinião, já que não adianta dizer para as donas de casa comprarem mais ovos se os médicos e nutricionistas não estiverem de acordo com isso. Nos últimos dois anos, a entidade já fez muito. Em dois anos, investimos 800 mil reais em ações, com participação em eventos das áreas de saúde humana, impressão de boletins e folders de circulação entre os consumidores, distribuídos nos pontos de venda e outros lugares. Só em 2010, participamos de cerca de 12 congressos e eventos de nutricionistas e médicos. E agora estamos sendo convidados a proferir palestras voltadas para estas classes de profissionais para falar sobre o ovo. Recentemente, nossa nutricionista, participou de debates no Hospital Sírio Libanês, na Universidade Unip e com as profi ssionais do Sindicato das Nutricionistas de São Paulo. Mas, apesar de tudo o que a Ovos Brasil já conquistou, ainda esbarramos na falta de comprometimento do próprio setor. A participação do produtor de ovo é escassa. Fechamos 2010 com uma colaboração de 14% do potencial de pintainhas alojadas. E, há pouco tempo, perdemos (momentaneamente) alguns grandes colaboradores, que se ressentem do fato de o restante do setor não se engajar no projeto do Instituto Ovos Brail. Não contamos, por exemplo, com a participação dos empresários de estados como Paraná, Pernambuco, Pará, Amazonas, Mato Grosso do Sul e São Paulo, estado este, o maior produtor de ovos. Esses produtores precisam se sensibilizar, ou o ovo vai voltar para as páginas policiais. A contribuição que sugerimos é de R$ 0,05 centavos por pintinho, isso representa R$ 0,05 centavos também por caixa de ovo. O trabalho da Ovos Brasil é de longo prazo, mas também temos resultados imediatos. Atualmente, o alojamento de pintainhas está em alta e o preço do ovo só não está pior por causa da atuação da entidade. Enquanto o engajamento do setor de postura não melhora, procuramos outras soluções. Acabamos de alterar pela quarta vez o estatuto da entidade, adequando-o às normas para conseguir o reconhecimento do Ministério da Justiça como Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Com isso, todas as empresas ligadas direta ou indiretamente ao setor poderão fazer doações de até 2% sobre o valor a ser pago do imposto de renda para a Ovos Brasil. Até agosto isso deverá estar resolvido. E enquanto aguardamos esta solicitação, seguiremos trabalhando pelo setor de postura como planejado e aprovado pelo Conselho Diretivo da entidade, acreditando que este trabalho de divulgação do ovo é necessário e fundamental para o futuro deste nobre alimento humano, de alto valor nutricional, natural, seguro, de baixo valor aquisitivo e recomendad para todas as idades e classes sociais.
Fonte: Avisite

Obs: infelizmente a Ovos Brasil nasceu junto com "controle de pintainhas". O produtor precisa entender que um não tem nada haver com outro.
O produtor de ovos precisa valorizar esta iniciativa.  Quem ganha é o próprio produtor.  Ele precisa esquecer de "picuinhas" e "ciúmes inúteis" de outros produtores.
Com certeza, como diz o texto acima, os preços dos ovos estão em bons patamares devido ao trabalho da Ovos Brasil.  Pelo número de pintainhas nos últimos meses, se não fosse uma iniciativa como esta, bem, é melhor nem comentar.

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Agro brasileiro está com a faca e o queijo nas mãos.
É triste ver “ruralistas” e “ambientalistas” se estapeando no Congresso, no momento em que o agro brasileiro está com a faca e o queijo na mão para construir um grande modelo de agricultura sustentável e ainda servir de exemplo para o mundo.
Tudo parece estar conspirando a nosso favor. A FAO, que aliás será dirigida por um brasileiro em 2012, prevê pelo menos dez anos de preços agrícolas elevados, por conta do forte crescimento do consumo por proteínas animais e alimentos industrializados em países como a Índia e a China (o Brasil também). Resultado: a demanda por soja e milho, ração básica de frangos, suínos e bois, deve disparar.
Enquanto a demanda cresce, a oferta deve perder força, avisa o agrônomo Alexandre Mendonça de Barros, em artigo publicado na Globo Rural de agosto, que chega as bancas nos próximos dias.  Não há mais espaço para plantar na maioria dos países do mundo, exceto no Brasil, que vai enfrentar restrições ambientais cada vez mais rigorosas para abrir novas fronteiras.
As projeções da OCDE mostram que a produção agrícola mundial terá que crescer pelo menos 20% para dar conta do aumento e impedir a fome. Para o Brasil, a estimativa é de um crescimento de 40%.
Ou seja, a renda do agro está praticamente garantido nos próximos anos, o que abre uma oportunidade de ouro para o setor  investir parte do lucro em tecnologia, infraestrutura, logística e sustentabilidade.
Veja o exemplo do oeste baiano, onde os grandes empresários do agro, esqueceram o governo e decidiram eles mesmos construir o aeroporto e algumas estradas. Seus colegas de Mato Grosso também fizeram isto durante a gestão de Blairo Maggi no governo do estado.
Por que não investir também em sustentabilidade? Há 50 milhões de hectares de pastos degradados que podem ser recuperados e convertidos à produção agrícola, evitando o desmatamento para a abertura de novas áreas. Tecnologia não falta e há até uma linha de crédito, anunciada no pacote agrícola, que destina R$ 3 bilhões para projetos de plantio direto na palha, integração lavoura-pecuária, fixação biológica de nitrogênio e tratamento de resíduos animais (biodigestores). Tudo a taxa de juros de apenas 5,5% ao ano.
Como propõe o ex-ministro Roberto Rodrigues, o Brasil pode liderar um projeto global de economia verde, mudando os paradigmas agrícolas. Mãos à obra! Fonte: Globo Rural - Repórter Bruno Blecher.
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Crise no setor dos suínos é reflexo do embargo russo às exportações.
Em uma granja em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná, os criadores já começaram a diminuir o número de animais. Foi preciso vender 700 porcos a mais no último mês para tentar reduzir os gastos.
Hoje o quilo da carne vendido a R$ 1,80 não cobre os custos, segundo os produtores, seria preciso receber R$ 2,50 por quilo para não haver prejuízo. Só este mês, a perda na propriedade chega a R$ 64 mil e dois empregados tiveram que ser demitidos.
Dionísio Mohler tem 20 mil animais e 25 funcionários. Ele vende a um frigorífico da região 2500 porcos por mês. Cada animal vendido hoje significa uma perda de R$ 80. Os prejuízos acumulados nos últimos dois meses chegam a R$ 400 mil. Está difícil pensar em uma maneira de pagar as dívidas.
Segundo Dionísio, que também é presidente da Associação dos Suinocultores de São Miguel do Iguaçu, muita gente já pensa em desistir da atividade.
Os frigoríficos da região também sofrem com os reflexos da crise. Em apenas um abate são cerca de 1200 animais por dia, produção de carne que abastece os mercados de vários estados do Centro-Oeste ao Sul do Brasil. Os 230 funcionários continuam trabalhando normalmente, mas a preocupação existe.
A queda de 50% no preço do quilo da carne nos últimos seis meses deixou os diretores em estado de alerta. “O momento é de extrema preocupação, o governo federal deve olhar com outros olhos para que a cadeia consiga sobreviver, caso contrário, a decadência vai ser inevitável”, diz Egídio Valiati, gerente do frigorífico.
O aumento da oferta da carne de suíno no mercado interno, um dos principais motivos da crise, é reflexo do embargo da Rússia e da Ucrânia às exportações brasileiras.
José Elias Zidek, diretor executivo de uma das principais cooperativas do Paraná, que responde por 20% do abate de suínos no estado, explica que a crise na suinocultura é cíclica. Ela acontece de três a quatro vezes em média em um período de 10 anos. A origem das crises quase sempre vem das exportações, que alegam problemas sanitários, ou por barreiras comerciais.  Fonte: Globo Rural ( 29/06/11 ).
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Avicultura de corte: alta no preço de ração e queda nas exportações dificultam atividade em SP ( e em todo Brasil).
A alta no preço da ração e a queda nas exportações estão dificultando a atividade dos avicultores, em São Paulo. Há criador diminuindo o tamanho dos lotes nas granjas.
Parece que a granja está com a capacidade máxima de produção, mas no ano passado não havia espaços entre os frangos. Um dos motivos está na ração, feita a base de milho e de soja.
“Nós estamos com os preços das commodities muito caras. Estamos pagando o milho em São Paulo e na maior parte do Brasil R$ 30 a saca ou mais”, diz Érico Pozzer, presidente da Associação Paulista de Avicultura.
Enquanto os insumos estão até 70% mais caros, o preço do frango ficou praticamente estável. Esta é a pior relação de preço entre milho e frango dos últimos dois anos.
O que agrava a situação é que o produtor tem mais motivos para se preocupar. De acordo com a Associação Paulista de Avicultura, a produção no Brasil está acima da capacidade de consumo. A exportação, que poderia ser uma saída, não está atrativa por causa do valor do dólar.
O avicultor José Carlos, que tem uma granja com produção independente em Corumbataí, cria aves há 25 anos. No ano passado, ele vendeu o quilo da ave por R$ 2,10. Esta semana o preço foi para R$ 1,65.
Para compensar as perdas, o criador precisou trocar o aquecimento a gás pela lenha e instalou bebedouros automáticos para economizar a mão de obra.
Tem que reduzir o custo no máximo para ficar na briga”, justifica.
O farelo de milho representa entre 60% e 65% da ração. O produtor depende da composição tanto do farelo de milho como do farelo de soja para garantir proteína e valor energético para que as aves se desenvolvam dentro da média de 45 dias.
“Nós estamos nesse primeiro semestre de 2011 com estoques de milho relativamente baixos. Apesar de uma boa safra de verão, a demanda tanto interna quanto para exportação reduziu bem os estoques. Isso alavancou preços. No primeiro momento, o milho que abastece as granjas em São Paulo tem vindo mais de Minas Gerais e de parte de Goiás. O mercado está muito sensível e apreensivo quanto ao tamanho da segunda safra de milho. A boa produtividade das primeiras lavouras que foram colhidas já reduziu expressivamente os preços em torno de 7% a 8% em apenas uma semana ou nos últimos dias. Agora, vamos ver o andamento da colheita para as próximas semanas”, explica Lucilio Alves, economista do Cepea, Centro de Estudos em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, em Piracicaba. Fonte: Globo Rural (22/06/11).

Obs: Avicultura de postura: o cenário é o mesmo.  Pior: com a crise no corte, com certeza a postura terá um concorrente sério no mercado: OVOS GALADOS.

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Mercado de ovos. Crise à vista.
O ovo de galinha é uma das mais acessíveis fontes de proteínas. Rico em vitaminas e nutrientes, muitas vezes substitui a carne na mesa das camadas mais pobres da população ou na dieta de vegetarianos menos radicais sem falar que é ingrediente fundamental na elaboração de inúmeros alimentos. Mas o preço dos ovos estagnou em um nível tão baixo, em relação ao seu custo de produção, que produtores e indústrias já trabalham com a possibilidade de reduzir a oferta.
Atualmente, uma dúzia de ovos custa menos do que dois litros de refrigerante ou do que 500 gramas de ração para pets. Segundo a Associação Gaúcha de Avicultura, com a alta do preço do milho (componente básico das rações para aves), a produção de ovos está se tornando uma atividade insustentável. A Asgav(Ass.Gaúcha de Avicultura) alerta que a redução de alojamentos no setor de postura, além de diminuir a oferta de uma proteín
a acessível à quase toda a população, pode trazer desemprego ao setor.
Fonte: Jornal Zero Hora - Campo & Lavoura 20/06/11 - Coluna Jornalista Irineu Guarnier.
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Estiagem prejudica cultivo do milho safrinha em MS e MT.
(14/06/11) - Em uma propriedade no município de Dourados, o milho safrinha ocupa uma área de 450 hectares. O agricultor José Boniatti conta que a lavoura estava indo bem, mas agora está preocupando. A falta de chuva no mês de maio deve comprometer a parte da plantação onde a semeadura foi feita mais tarde.
Produtores e pesquisadores estão cautelosos sobre o balanço dos impactos da estiagem nas lavouras de milho. Roney Pedroso, agrônomo e pesquisador da Fundação MS, explica que metade das lavouras do Mato Grosso do Sul, devido ao excesso de chuva durante a colheita da soja, foram plantadas fora do período recomendado, o que traz um risco maior de falta de chuva e geada durante os meses de junho e julho.
Em Cuiabá, no Mato Grosso, o milho safrinha também sofre os efeitos do tempo seco, típico desta época do ano. No estado, cerca de 40% das lavouras foram semeadas depois da janela de plantio.
De acordo com Otávio Celidônio, superintendente do Instituto de Economia Agropecuária de Mato Grosso, o estado deve ter perdas em torno de 20%, causando uma redução média na produtividade do estado de cerca de 10%. Com isso, Mato Grosso deve fechar a safra com 6,7 milhões de toneladas, redução de 20% em relação a 2010.  Fonte: Globo Rural (14/06/11).
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"A comida nos trai", afirma colunista do jornal The New York Times.
A morte de mais de 30 pessoas na Europa, contaminadas por uma variante da bactéria E.coli – provavelmente originada em brotos de vegetais na Alemanha – trouxe novamente à tona a discussão sobre a segurança alimentar no mundo. “Não deveríamos estar surpresos. A comida nos trai”, afirma Nicholas D. Kristof em sua coluna no jornal The New York Times, publicada no final de semana.

Segundo o artigo de Kristof, cerca de 325 mil pessoas são hospitalizadas todos os anos nos Estados Unidos por conta de doenças relacionadas aos alimentos. E cinco mil delas acabam morrendo. “A comida mata uma pessoa a cada duas horas”, constata o jornalista. “Nós temos uma indústria que produz alimentos baratos, mas lobistas bloqueiam iniciativas de torná-los mais seguros”, afirma.
Um dos grandes problemas apontados por Kristof é o elevado nível de antibióticos utilizados na pecuária. De acordo com o Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano que regulamenta medicamentos e alimentos, 80% dos antibióticos nos Estados Unidos vão para a criação de gado, não para humanos. “Apenas o estado da Carolina do Norte usa mais antibióticos em animais do que consome a população inteira dos Estados Unidos”, diz o texto.
Como o uso excessivo desses medicamentos precipita a resistência de bactérias, seria necessário redobrar a atenção. “As estatísticas indicam que essa indústria utiliza de forma errada os antibióticos, com o objetivo de amparar as condições sanitárias ruins da criação de animais”, opina a microbiologista (e deputada) Louise Slaughter. “Ao oferecer antibióticos aos animais para mantê-los saudáveis, ela está deixando nossas famílias doentes, espalhando essas cepas
mortais de bactérias”, completa Louise.
Kristof defende a ampliação das inspeções no sistema alimentar, testes adicionais para detectar bactérias como a E.coli e o foco na disseminação de hábitos de higiene, como lavar as mãos antes de lidar com carnes crua. “Mas banir o uso de antibióticos no gado para mantê-lo saudável pode ser bom começo”, completa. Fonte: Revita Globo Rural (13/06/11).
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Produtores de ovos de SP reclamam do custo de produção.
De SP e de todo Brasil...

O frio
que chegou com tudo ao interior de São Paulo e o descarte de aves típico desta época do ano estão contribuindo para a queda de produção. Com menos produto no mercado, o preço do ovo já subiu três vezes em junho.
Em Marília, no centro-oeste paulista, a caixa com 30 dúzias está sendo comercializada entre R$ 45 e R$ 50, mesmo assim, a alta não traz alívio para os produtores, que reclamam do custo do milho. Mais da metade da alimentação consumida pelas galinhas é a base de milho. Em um ano, o preço do grão subiu mais de 60%, o que está encarecendo os custos para os produtores.
Sérgio Kakimoto é produtor de ovos em Bastos e diz que é comum os custos serem menores no primeiro semestre por causa da colheita da soja e do milho. Como essa tendência não foi seguida em 2011, ele faz uma previsão pessimista para o resto do ano. “Vamos ter que refinanciar as dívidas para tentar recuperar só o ano que vem”.
Em Porto Feliz, os avicultores também estão enfrentando dificuldades para fechar as contas. A produção já sofreu redução de cerca de 10%.
O criador Wagner Shinoda, conta que a queda está relacionada ao frio intenso e à matéria-prima, com o preço do milho elevado. Para manter a produção, Wagner antecipou o descarte de dois lotes de aves com cerca de 140 mil unidades e alternativas de alimentação foram implementadas, como o sorgo, que é 15% mais barato que o milho.
Fonte: Globo Rural (13/06/11).

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Previsão de safra do IBGE é de7,8% maior que a recorde de 2010.
Em maio/11, a previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas indica uma produção de 161,2 milhões de toneladas, volume 7,8% acima da safra recorde de 2010, que atingiu 149,6 milhões de toneladas, e 1,6% maior que a estimativa de abril. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (8/6/11).
De acordo com o IBGE, a área que deverá ser colhida neste ano, de 48,9 milhões de hectares, subiu 5,1% sobre o ano anterior - 0,7% acima da previsão de abril. As três principais culturas: arroz, milho e soja, que, somadas, representam 90,5% da produção, respondem por 82,2% da área a ser colhida. Na comparação com 2010, as variações registradas são de 1,7%, 5,0% e 3,0%, respectivamente.
“A estimativa para maio é de recordes para o milho segunda safra, para a soja, feijão primeira safra e algodão. O volume de produção desses produtos é o maior em 40 anos da pesquisa”, disse Mauro Andre Andreazzi, gerente da Coordenação Agropecuária do IBGE.
Na comparação regional, Sul tem 68 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 56,1 milhões de toneladas; Sudeste, 16,6 milhões de toneladas; Nordeste, 16,3 milhões de toneladas, e Norte, 4,3 milhões de toneladas. Em relação à safra anterior, foi verificado aumento nas regiões Norte, 6,3%; Nordeste, 38,2%; Centro-Oeste, 6,9%; Sul, 5,9%; e recuo na Sudeste, 2,8%.
Segue na liderança o Paraná, na produção nacional de grãos na avaliação para 2011, com participação de 20,4%, seguido pelo Mato Grosso, com 19,3%, e Rio Grande do Sul, com 17,8%.
Entre os 25 produtos pesquisados pelo IBGE, 16 apresentam variação positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior, por exemplo, algodão herbáceo em caroço (74,4%), amendoim em casca 1ª safra (8,1%), arroz em casca (18,0%), batata-inglesa 1ª safra (13,3%), batata-inglesa 2ª safra (13,8%).
Com variação negativa, aparecem amendoim em casca 2ª safra (9,0%), aveia em grão (2,6%), batata-inglesa 3ª safra (4,5%), café em grão (7,8%), cana-de-açúcar (6,6%), cebola (8,0%), feijão em grão 3ª safra (9,0%), laranja (2,3%) e trigo em grão (10,8%).
Algodão
De acordo com o gerente do IBGE, todas as unidades produtoras de algodão tiveram crescimento na safra, "muito em função do bom preço e dos baixos estoques”.
Arroz
Em 2010, o a
rroz sofreu com os problemas climáticos. No Rio Grande do Sul, choveu muito, e várias áreas não puderam ser plantadas. “Em Santa Catarina, estado que é o segundo maior produtor de arroz, choveu demais, e ocorreram muitas doenças, como fungos. Por conta do tempo encoberto, os raios solares não passavam e a safra de arroz, que precisa de muita luz, foi prejudicada”, afirmou.
No entanto, apesar da queda de 0,6% da produção de arroz em maio, em relação a abril, a safra de 13,344 milhões de toneladas ainda é suficiente para atender o mercado interno, que consome cerca de 12 milhões de toneladas do cereal, de acordo com Andreazzi.
Milho
O milho teve produção de 58,237 milhões de toneladas em maio. O consumo interno está em torno de 47 milhões de toneladas. "Vamos ter um excedente de produção.”
“A cada ano, a diferença entre as duas safras de milho vem diminuindo. Historicamente, a primeira safra do milho é responsável por cerca de 70% do total no ano. Hoje, o produtor está preferindo plantar soja na primeira safra, e milho na segunda", afirmou.
Soja
"A soja é um produto de exportação e uma segurança para o produtor. Tem um preço bom, em torno de R$ 41 a saca de 60 quilos. Está um preço excelente. Em 2010, o preço da saca variou entre R$ 25 e R$ 30, o que já era um preço bom. A opção é plantar soja na primeira safra e milho na segunda, para poder fazer um manejo da cultura, e poder renovar o solo com material orgânico.”
Feijão

Em 2010, o feijão da primeira safra teve problemas com a estiagem. Em 2011, o forte crescimento da produção do grão (19,2%) foi mais uma recuperação em relação ao fraco desempenho do ano passado, segundo o gerente do IBGE.
Fonte: Globo Rural (09/06/11).
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Custos podem consumir alta dos commodities.

A pouco mais de três meses do início do plantio da nova safra de verão (outubro/11), o aumento dos preços dos insumos começa a preocupar os produtores rurais brasileiros. Eles temem que a alta das cotações dos grãos não seja suficiente para compensar a elevação dos custos de produção. A tendência de margens mais apertadas para o campo na temporada 2011/12 foi antecipada pelo analista norte-americano Jack Scoville, vice-presidente do Price Furures Group, de Chicago, durante o Ciclo de Palestras Gazeta do Povo, na semana passada (02/06/11), em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.
Segundo Scoville, se por um lado a expectativa é que os preços da soja e do milho se mantenham firmes ao longo do próximo ciclo, por outro os agricultores precisarão desembolsar mais para plantar suas lavouras neste verão. A consultoria Agrosecurity também registrou a tendência e informa que, depois de colher uma das mais lucrativas safras dos últimos anos na temporada 2010/11, os produtores devem ter rentabilidade menor no próximo verão.
Levantamento da consultoria revela que as cotações dos grãos tendem a subir menos que os custos de produção, que estão entre 15% e 20% superiores aos registrados na safra passada no Brasil. Na região de Londrina, no Norte do Paraná, por exemplo, plantar soja vai ficar 19% mais caro neste ano, enquanto o preço médio de venda da oleaginosa deve subir 15% na temporada 2011/12.
Nas contas da Agrosecurity, para cultivar um hectare com a oleaginosa, o produtor londrinense terá que desembolsar R$ 1.421, R$ 223 a mais do que no verão passado. Já o preço médio de venda da produção, que foi de R$ 36,29 na região em 2010/11, deve avançar para R$ 41,59.
Sementes e fertilizantes são os itens que mais pressionam o bolso do agricultor. Até meados de maio, esses dois insumos registravam alta de 39% em Londrina, na comparação com essa mesma época de 2010. O gasto necessário para comprar um quilo da semente deu um salto de 56% nos últimos doze meses, passando de R$ 1,35 em maio do ano anterior para R$ 2,10 no mês passado.
A tendência se repete em todas as praças do Paraná e do Brasil, relata Felipe Prince, analista da consultoria. “Aqueles produtores que se anteciparam e foram às compras entre dezembro e fevereiro vão sair ganhando.”
A maior pressão dos adubos sobre os custos de produção deve ocorrer no Sul e Sudeste do país. Nessas regiões, explica Prince, os agricultores costumam adquirir os insumos para a safra de verão mais tarde que os do Centro-Oeste.
Os preços de venda da soja, que sobem no mercado interno e externo desde o segundo semestre do ano passado, tendem a continuar aquecidos. Para Jack Scoville, o clima desfavorável ao plantio nos Estados Unidos deve fazer com que parte da área prevista para o milho seja remanejada para a soja, o que pressionaria as cotações da oleaginosa no mercado internacional.
“Mas nossos produtores querem mesmo é plantar milho e, se puderem, vão plantar. Até porque sabem que vocês, brasileiros, irão plantar muita soja em 2011/12”, disse o analista norte-americano a uma plateia 120 produtores rurais, técnicos e líderes do setor da Bahia, Maranhão, Piauí e Goiás que participaram do Ciclo de Palestras Gazeta do Povo durante o Bahia Farm Show, na última semana.
Segundo ele, mesmo que a migração de área realmente aconteça, deve ocorrer em regiões de produção marginais, onde a produtividade não é tão elevado como no Meio-Oeste. “Por isso, um aumento acima do esperado no plantio da soja não significa, necessariamente, uma produção maior”, pondera Scoville, explicando porque se mantém otimista com relação ao comportamento dos preços da oleaginosa nos próximos meses.
Ele estima que as cotações da soja devem oscilar de US$ 10,50 a US$ 15,50 o bushel (27,2 quilos) na Bolsa de Chicago ao longo da temporada 2011/12 e afirma que entre US$ 13,50 e US$ 14,00 seria um bom preço para vender parte da produção com antecedência. “25% da safra seria um bom porcentual para fixar”, recomendou.
Fonte: Gazeta do Povo

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Embargo à carne brasileira imposto pela Rússia, preocupa produtores.
O prejuízo pode ser grande, como explica o presidente da União Brasileira de Avicultura, Francisco Turra. “As entidades e empresas estão angustiadas, é uma situação complicada especialmente para a suinocultura brasileira porque 45% das exportações eram para a Rússia. Nós da carne de frango exportamos 4%, mas o número também é significativo, nem tanto pela perda, mas pela imagem. Houve uma informação generalizada de que havia problema com sanidade".
O ministro da Agricultura anunciou que vai cumprir todas as exigências feitas pelo governo russo no que se refere às questões de defesa sanitária, mas o governo brasileiro quer um prazo maior para evitar a suspensão das exportações de carne brasileira, prevista para começar no próximo dia 15.
Wagner Rossi acha importante aguardar o resultado das auditorias feitas pelo governo brasileiro nas unidades indicadas pelos russos e não descartou a possibilidade de haver outras motivações para o embargo. A Rússia quer o apoio do Brasil para ingressar na Organização Mundial do Comércio. "É muito comum que o mercado internacional, que alega questões sanitárias, tenham um objetivo comercial. De qualquer maneira, nós temos que fazer com que todos os requisitos sejam cumpridos, por todas as empresas que comercializem com os russos", disse Rossi.
O Ministério da Agricultura vai enviar uma nova missão à Rússia dentro de duas semanas.
Fonte: Globo Rural ( 07/06/11).
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Milho: câmbio deixa mercado ainda mais esvaziado (03/06/11).
Se a comercialização do milho já vinha arrastada por conta da resistência de produtores em negociar a safra num momento de incerteza climática, a valorização do real ontem deixou o mercado ainda mais esvaziado. O dólar fechou a R$ 1,5770, queda de 1,07%. Exportadores reduziram suas propostas de compra, enquanto os vendedores, já retraídos, não veem motivo para baixar os preços. O clima seco segue desfavorável à safrinha em Mato Grosso. No caso do Paraná, a expectativa é em relação à possibilidade de chuva na semana que vem. Como lá o déficit hídrico não é tão grande, precipitações ao redor de 30 milímetros já garantem a recuperação da planta, segundo produtores e agentes do mercado. Até lá, os preços seguem sustentados na maioria das praças de comercialização.Em Mato Grosso, um corretor disse que na semana passada, quando a cotação do dólar chegou a R$ 1,63, houve propostas de compra na exportação a R$ 21/saca na região de Sorriso. Ontem, o corretor ofertou no mercado local um lote de milho novo, colhido nesta semana. O produtor pedia R$ 18,50 e os compradores estavam dispostos a pagar R$ 17/saca. Ele comenta que o oeste de Mato Grosso é um mercado à parte. Produtores de Campos de Júlio e Sapezal, que vendem o milho para indústrias da região Norte (Rondônia, Acre e Amazonas) pediam ontem R$ 21/saca, enquanto os compradores ofereciam R$ 19,50/saca.
Com mais de 50% da safra vendida, bem acima dos 12% registrados nesta mesma época no ano passado, o mercado mato-grossense continua atento à evolução da colheita e na expectativa em relação à quebra de produtividade das lavouras semeadas em março, que sofreram com a falta de chuvas na fase de enchimento de grãos. A colheita das lavouras semeadas mais tarde começa no final deste mês. A indefinição sobre o volume de perdas deixa produtores e compradores cautelosos em relação à realização de novos negócios para entrega futura.
O mesmo acontece no Paraná. Corretores diziam ontem que se a chuva prevista para a próxima semana se confirmar, os preços do milho tendem a recuar no Estado, já que estará afastada a ameaça de perda de produção. Enquanto isso não acontece, o maior produtor de milho do País, com duas safras anuais, fixa seus preços levando em conta a possibilidade de ofertar menos produto ao mercado em 2011.
Vendedores pediam ontem R$ 30,00 a saca de 60 quilos no norte do Estado, enquanto compradores se dispunham a pagar no máximo R$ 28/saca. "Podem pedir até R$ 35/saca que não será referência", diz Steve Cachia, da Cerealpar. Para ele, até que o clima se estabilize e se conheça o real prejuízo à safrinha mato-grossense e qual será a colheita paranaense, o mercado seguirá sustentado e com preços oscilando a depender da necessidade de compra.
Nesta quinta-feira(02/06/11), indicador do milho Cepea/Esalq/BM&FBovespa fechou R$ 30,25 a saca de 60 quilos no valor à vista, alta de 1,19% no dia.
O leilão de estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) registrou fraco interesse ontem. Foram negociadas 1,367 mil toneladas das 8,118 mil t oferecidas nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Paraná. Todos os lotes foram negociados pelo preço de abertura, com exceção de um (60 t) localizado em São Gotardo (MG), que era oferecido a R$ 20,70 a saca de 60 quilos e foi arrematado a R$ 25/saca. A qualidade do grão e os custos logísticos teriam desestimulado a compra, segundo agentes do mercado.
Fonte: Cereais H.Commcor
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Resultado da colheita do milho surpreende agricultores em MG.

A colheita do milho nos 550 hectares que o agricultor Iraci Porto plantou em Patos de Minas, região do Alto Paranaíba, está quase acabando e a alegria no rosto do produtor tem um bom motivo. “A adubação foi bem feita, a correção do solo e a produtividade são boas, o rendimento está em torno de 180 a 190 sacas por hectare”.
A boa produtividade ajuda na contagem final da produção de milho em Minas Gerais. De acordo com o levantamento da Conab, o estado vai colher na safra de verão, mais de 5,8 milhões de toneladas do grão, tornando-se o maior produtor nacional do milho primeira safra.
Outro fator que anima os produtores é o preço pago pelo grão no mercado, praticamente o dobro do que recebiam no mesmo período do ano passado. A expectativa é boa porque a safra está terminando e a demanda pelo produto está muito grande.
Para comemorar o momento, começa nesta sexta (03/06/11) em Patos de Minas, mais uma edição da Festa Nacional do Milho.
Entre as principais atrações está a Casa da Cultura do Milho, uma mostra permanente sobre a história e origem do grão.
A principal novidade da Fenamilho este ano é a Agrofena, um sistema que vai ajudar o agricultor a adquirir máquinas e insumos. Cláudio Nasser, presidente do Sindicato Rural de Patos de Minas, explica como funciona. Fonte: Globo Rural (03/06/11)

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Frango corre para acompanhar seu próprio crescimento.
A avicultura brasileira corre para não ser surpreendida pelo seu próprio crescimento. Nos últimos 10 anos o consumo interno subiu consideravelmente (hoje está ao redor de 40 quilos/habitante/ano), as exportações triplicaram e a tendência é de alta contínua. Vários especialistas acreditam que a carne de frango será a mais consumida na próxima década em todo o mundo. Ficaria bem mais barata, por exemplo, do que a do boi. Alguns arriscam dizer que a carne de frango servirá todas as mesas, enquanto a bovina ficaria restrita a nichos de maior poder aquisitivo.
A Conferência Facta, que está sendo realizada (termina nesta quarta-feira, 01/06/11) em Santos, no litoral paulista, espelha este panorama promissor. Mais de mil pessoas, entre criadores, professores e representantes da indústria estão lá discutindo principalmente tecnologia. Destaque para centenas de jovens estudantes de veterinária e zootecnia de vários estados. A afluência de público ao evento, em sua 29ª edição, supera largamente a de outros anos. “Temos que nos posicionar frente ao que vem por aí. O Brasil já é reconhecido por sua capacidade de produção, mas é necessário atualizar o conhecimento e apresentar as novidades técnicas essenciais ao aumento da produtivade do setor”, afirma Edir Nepomuceno da Silva, presidente da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola (Facta).
Segundo ele, o país já produz 12 milhões de toneladas de carne de frango. Mais que o boi, muito mais que o porco. Hoje, o ciclo completo – do nascimento ao abate – do frango é de 42 dias. Como comparação, o boi leva dois anos. E essa escalada do Brasil no mercado internacional (a mira dos negócios está nos emergentes) levou o país a ser escolhido pela World’s Poultry Science Association – entidade criada em 1912 e que congrega os cientistas da avicultura –  para sediar o principal evento do setor no mundo, o XXIV Congresso Mundial de Avicultura, que vai acontecer de 5 a 9 de agosto de 2012, em Salvador, BA.
“É a grande oportunidade de o Brasil mostrar ao mundo os motivos da conquista do mercado mundial de carne de aves: qualidade e preços. Em Salvador, estarão nossos clientes e competidores”, afirma Nepomuceno.
Para o presidente da Apinco, a avicultura deve primeiramente atender com qualidade e bons preços o mercado interno, “que é imenso e no qual há muito a avançar”, para depois voltar-se às exportações.  Fonte: Globo Rura
l.
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E quanto ao mercado de ovos, a preocupação só aumenta com estes números da avicultura de corte.  Motivo?  ovos galados no mercado de ovos...


Preços dos alimentos vão dobrar até 2030, prevê ONG britânica.
Até 2030, o custo médio de colheitas consideradas chave para a alimentação da população global vai aumentar entre 120% e 180%, prevê a organização em seu relatório Growing a Better Future (Plantando um futuro melhor).
Metade desse aumento de custos deverá ser creditado a mudanças climáticas. Sendo assim, para a Oxfam, é preciso que os líderes globais trabalhem tanto para regular os mercados de commodities quanto para a criação de um fundo climático global.
“O sistema (de negociação) de alimentos deve ser revisto se queremos superar os crescentes desafios relacionados a mudanças climáticas, aumentos no preço da comida e carência de terrras, água e energia”, disse Barbara Stocking, executiva-chefe da Oxfam.
No relatório, a Oxfam ressalta quatro áreas de alta insegurança alimentar – locais onde já existem dificuldades para alimentar os residentes.
O primeiro deles é a Guatemala, onde 850 mil pessoas são afetadas pela falta de investimentos estatais em pequenos agricultores e pela alta dependência de alimentos importados, diz a ONG.
O segundo é a Índia, onde a população gasta em comida duas vezes mais que cidadãos britânicos (proporcionalmente ao quanto recebem). Um litro de leite pode custar cerca de R$ 26 na Índia.
Em terceiro, a ONG cita o Azerbaijão, onde a produção de trigo caiu 33% no ano passado em decorrência de más condições climáticas, forçando o país a importar grãos da Rússia e do Cazaquistão. Os preços dos alimentos no país subiram 20% em dezembro de 2010 em comparação com o mesmo mês no ano anterior.
Em quarto está o leste da África, onde 8 milhões de pessoas enfrentam atualmente falta crônica de alimentos por conta de secas. Mulheres e crianças estão entre os mais afetados.
O Banco Mundial também advertiu que o aumento nos preços dos alimentos está levando milhões de pessoas para a pobreza extrema.

Em abril, a instituição informou que os custos dos alimentos haviam aumentado 36% em um ano, em parte por conta dos distúrbios no Oriente Médio e no norte da África.
Para a Oxfam, é preciso que haja mais “transparência” nos mercados de commodities e regulamentação de mercados futuros; um aumento de estoques de alimentos; o fim das políticas que promovam biocombustíveis (por supostamente ocupar terras que poderiam servir para a agricultura); e investimentos em cultivos familiares, em especial os comandados por mulheres.
Segundo Stocking, “uma em cada sete pessoas no planeta passa fome apesar de o mundo ser capaz de alimentar a todos”.  Fonte: Agrolink.
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Interesse chinês em terras cria incômodo no Brasil.
O interesse da China em comprar terras no Brasil para o cultivo de soja vem demonstrando a relação de crescente dependência da economia brasileira e causando incômodo no país, afirma reportagem publicada nesta sexta-feira (27/05/11) pelo diário americano The New York Times.
O jornal observa que apesar de o Brasil, a Argentina e outros países latino-americanos terem estabelecido recentemente restrições à compra de terras por estrangeiros, os chineses vêm buscando aumentar o seu controle sobre a produção, "levando o fervor de sua nação pela autosuficiência agrícola para o exterior".
Segundo a reportagem, diante das restrições à compra de terras, os chineses adotaram uma estratégia diferente, provendo crédito aos agricultores locais para impulsionar a produçã
o de grãos para exportação.
A China deseja com isso aumentar a segurança alimentar do país e garantir o suprimento da crescente necessidade de soja para a alimentação de animais destinados ao consumo interno e "compensar sua crescente dependência de cultivos dos Estados Unidos".
"Enquanto muitos saúdam os investimentos, a estratégia agressiva ocorre no momento em que autoridades brasileiras começam a questionar a 'parceria estratégica' com a China encorajada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva", diz o jornal.
"Os chineses se tornaram tão importantes para a economia brasileira que ela não pode mais ficar sem eles - e isso é precisamente o que está deixando o Brasil cada vez mais incomodado", complementa a reportagem.
O New York Times observa que a China se tornou recentemente o maior parceiro comercial do Brasil, comprando volumes cada vez maiores de grãos de soja e minério de ferro e investindo bilhões no setor de energia brasileiro, ajudando a estimular a economia e a tirar mais de 20 milhões de brasileiros da pobreza extrema.
"Apesar disso, especialistas dizem que a parceria se degenerou em uma relação neo-colonial clássica na qual a China tem a posição mais forte", diz o texto, observando que quase 84% das exportações brasileiras à China no ano passado foram de matérias primas, enquanto 98% das importações de produtos chineses foram de produtos manufaturados.
Para o jornal, as movimentações da China para comprar terras deixou as autoridades locais "nervosas". A reportagem comenta que recentemente o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, reinterpretou uma lei de 1971, tornando mais difícil a compra de terras por estrangeiros.
Na Argentina, a presidente Cristina Kirchner enviou no mês passado ao Congresso um projeto que limita a quantidade de terras que estrangeiros podem ter no país.  Fonte: Globo Rural.
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Otimismo na agricultura deve continuar nos próximos 5 anos.
O bom momento vivido pelo agronegócio brasileiro no ano passado e nos primeiros meses deste ano deve se repetir nas próximas quatro safras agrícolas. A previsão é do consultor agropecuário André Pessoa, sócio da Agroconsult, que participa nesta quinta-feira (26/05) do Seminário BM&F Bovespa, realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP).
Produtividade e rentabilidade elevadas, custos controlados e relações de troca favoráveis são fatores incomuns para um único ano agrícola, mas segundo o especialista, o produtor brasileiro pode começar a se acostumar com este equilíbrio positivo a partir de agora. Isso tudo, porém, só vai ser viável se o setor nacional se empenhar em expandir a área plantada com investimentos em tecnologia e sustentabilidade e apoio institucional.

“Os próximos anos podem ser muito parecidos com 2010. O que é incomum pode tornar-se comum para o setor. É uma expectativa bastante viável”, afirma. Pessoa explica que o bom momento é fruto de uma mudança profunda no perfil do consumidor mundial e principalmente, na elevação de seu poder de compra. “Os consumidores de países emergentes elevaram seu poder de compra. Hoje, eles já consideram inserir fontes de proteínas à sua dieta”, diz ele. “Isso era inviável para muitas economias, como a China, por exemplo, poucos anos atrás”.
Estes fatores – aumento da demanda por proteínas e maior poder de compra – pressionaram os preços das commodities no mercado internacional, aliados a variações cambiais. Ele diz que existe agora, ao contrário do cenário de dez anos passados, um choque de demanda no mercado mundial, que reduz os níveis de estoques e eleva os preços das commodities. “Isso tem relação direta com a urbanização, o crescimento da população, e a mudança de comportamentos socioeconômicos. A demanda por alimentos vai crescer e vai ser preciso suprir. Quem ainda tem áreas para crescer? A América do Sul e a África, apenas”, afirma.
Na lista de países que podem oferecer novas áreas de plantio, o Brasil ganha destaque. No país, seria possível expandir em 22 milhões de hectares a área plantada, respeitando as áreas de preservação e florestas.
Este aumento, na opinião do consultor André Nassar, da Consultoria Icone, é a melhor oportunidade que o país tem para avançar, mas é preciso ainda vencer alguns desafios tais como estruturar uma política institucional que subsidie o produtor rural, profissionalizar as empresas de grãos sob a ótica das práticas sustentáveis, expandir a comercialização antecipada e a prática de hedge (quando o vendedor ‘trava’ o preço no mercado futuro garantindo um lucro mínimo), aumentar o armazenamento de grãos nas fazendas, intensificar a mecanização da lavoura e resolver, de uma vez por todas, a questão do Código Florestal.
“Crescer apenas 1% ao ano não será suficiente para equilibrar a demanda e oferta, é preciso aumentar este índice. Se levarmos em consideração as condições que temos aqui no Brasil com outros países, como a China, ou os Estados Unidos, nossa agricultura é vergonhosa. Mas lá, eles possuem uma política institucional e nós não. Lá, eles não têm mais onde plantar e aqui, nós temos área sobrando e bom clima”, afirma Nassar. “É chato ficar colocando ponto negativo quando está todo mundo otimista, mas temos que nos preocupar com este debate para garantir o futuro, porque o Itamarati não está muito preocupado não”, disse.  Fonte: Globo Rural.
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Cidades eliminam sacolas plásticas.
As sacolas plásticas criadas para facilitar a vida do dia a dia estão definitivamente com seus dias contados. De salvadoras da pátria ganharam status de vilãs do meio ambiente. O resultado são dezenas de prefeituras que começam a determinar a proibição da sacola plástica nos estabelecimentos comerciais.
A medida mais recente foi sancionada pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A proibição das sacolas plásticas entra efetivamente em vigor em janeiro de 2012. Mas, durante esse período de adaptação, os estabelecimentos terão de fixar cartazes com a mensagem: "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis". O texto foi aprovado na Câmara Municipal. Quem insistir em usar as sacolas pagará multa de R$ 50 a R$ 50 milhões, de acordo com o faturamento da loja infratora.
Outras 12 capitais já têm medidas restritivas à utilização das sacolas plásticas. O município de Jundiaí (Grande São Paulo, 50 km da capital) foi um dos precursores. Um acordo entre a Associação Paulista de Supermercados (Apas) e a Prefeitura de Jundiaí, em julho do ano passado, substituiu as sacolinhas plásticas oxibiodegradáveis por sacolinhas produzidas com resina baseada em amido de milho.
Os fabricantes de sacola plástica em São Paulo parecem um pouco perdidos. “A lei não está clara. Não sabemos que tipo de sacola será banida. A oxibiodegradável desaparece em 18 meses. A biodegradável é cara e a matéria-prima não está disponível. E os “sacolões” que utilizam plástico para colocar os alimentos, não terão restrições? Eu tenho orientado os meus clientes a continuarem utilizando as sacolas até o final do ano”, diz Ronaldo Marques Oliveira, representante comercial da D100 Embalagens Plásticas. Segundo ele, desde abril deste ano, quando a cidade de Belo Horizonte definiu a proibição, a procura por sacolas plásticas caiu 20%. “Nós vendemos uma média de 300 mil sacolas mês. Esse número deve cair bastante nos próximos meses.
Por meio de nota, as entidades ligadas à indústria do plástico se colocaram contra a proibição. “Defendemos que as sacolas plásticas sejam utilizadas sim, porém fabricadas com a qualidade exigida pela norma técnica ABNT NBR-14937. Isso porque as sacolas mais resistentes inibem a prática de se colocar uma sacola dentro da outra para transportar produtos mais pesados ou utilizar somente a metade de sua capacidade, além de poderem ser usadas mais vezes, mesmo para as compras em supermercados”.
De acordo com as entidades, a população não pode ser penalizada – seja com cobranças extras, com a geração de novas despesas com sacos de lixo, ou mesmo com a perda e empregos na cadeia produtiva das sacolas plásticas (que hoje garante em São Paulo cerca de 6 mil empregos diretos)
.
Se por um lado os comerciantes de sacola plástica ainda não sabem que rumo tomar, outros já estão vendo na proibição uma oportunidade. É o caso Rodrigo Cinatti, da Mutipel. Os pedidos de sacola de papel vêm crescendo 60% ao mês depois das leis que determinaram a substituição das sacolas. “Precisamos suspender as propagandas que fazemos na internet, pois não estávamos dando conta dos pedidos. Estamos também atendendo 80% mais ligações de clientes atrás das sacolas de papel e papelão.
Fonte: Revista Globo Rural
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G20 discute controle no preço de alimentos.

Um encontro ministerial do Grupo dos 20 (G-20) começou a discutir, dia 19/05/11, na Argentina, se os preços dos alimentos precisam de regulamentação ou podem ser regidos pela liberdade de mercado, enquanto a França pediu para que fosse criada uma "nova governança" em nível mundial na agricultura. "É preciso encontrar uma nova governança para a agricultura ao nível mundial. É necessário regular melhor o mercado", disse o ministro da Agricultura da França, Bruno Le Maire, antes da cúpula do G-20.
Le Maire disse que a França "não tem, em caso nenhum, a intenção de limitar o preço das matérias-primas agrícolas" e acrescentou que "o que queremos combater é a volatilidade excessiva [dos preços] e a especulação sobre as matérias-primas".
Brasil e Argentina, grandes produtores de alimentos, e o México, são os três países latino-americanos que integram o G-20. O encarecimento dos alimentos entrou no radar de grandes organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e o G-20.
Fonte:Agrolink.
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Ritmo da expansão agrícola cai e pressiona preços.
O diretor-geral e vice-presidente sênior do Banco Mundial (Bird), Vinod Thomas, afirmou nesta terça-feira (17/05/11) que o principal causador da pressão de preços nos alimentos no mundo é o declínio do ritmo de crescimento da produtividade agrícola. "Pela primeira vez nos últimos 10 anos, o crescimento da produtividade agrícola foi mais lento que o crescimento populacional", declarou Thomas, em evento sobre os Brics promovido pela PUC-Rio e pela prefeitura do Rio de Janeiro.
Segundo ele, as regiões mais afetadas são África e Ásia, mas o Brasil também sofre com o problema - embora esteja em situação melhor do que a destes dois continentes. "O problema do aumento da produtividade é global, não apenas da África e da Ásia, mas também da América Latina. Isso porque os investimentos das últimas décadas foram direcionados para a área urbana e para a indústria", afirmou.
De acordo com Thomas, também houve algum investimento na área agrícola, porém menos em alimentação e mais no setor de commodities.
Na avaliação dele, os principais inibidores de um maior avanço da produtividade agrícola são os subsídios dados por países europeus e os Estados Unidos à produção de alimentos. "Os subsídios de US$ 150 bilhões para alimentos, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, prejudicam os investimentos para melhorar a produtividade na África e na América Latina", disse. Ele avalia que é preciso uma coordenação internacional para resolver o problema.
O diretor-geral do Bird afirmou que, embora o Brasil não tenha melhorado o suficiente a produção agrícola nas últimas décadas, agora tem uma boa oportunidade de fazê-lo. "O Brasil é um dos países em melhor situação para enfrentar este problema porque, assim como a Rússia, tem uma grande área cultivável e, além disso, os investimentos em pesquisa têm sido direcionados para aumentar a produtividade", disse.
Fonte: Revista Globo Rural/Maio 11
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Aquecimento global diminui produção agrícola.
Para quem acha que as mudanças climáticas globais não têm impactado na produção agrícola, um artigo publicado na sexta-feira (6-5) no site da revista Science serve como uma grande ducha de água fria.
De acordo com uma pesquisa feita por David Lobell, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e colegas, nos últimos 30 anos as produções de milho e de trigo em todo o mundo caíram, respectivamente, 5,5% e 4% em resposta ao clima mais quente. A queda se refere aos valores que teriam sido atingidos se não houvesse o aquecimento climático. As produções de soja e de arroz não foram afetadas significativamente.
“Verificamos que, desde 1980, os efeitos das mudanças climáticas nas lavouras agrícolas provocaram um aumento de cerca de 20% nos preços no mercado global”, disse Wolfram Schlenker, da Universidade Columbia, outro autor do Estudo.
Os cientistas analisaram dados da produção de alimentos no mundo de 1980 a 2008, centrando-se nas quatro principais commodities agrícolas: milho, trigo, arroz e soja.
Foram desenvolvidos dois modelos, um que representa os aumentos reais na temperatura no período e outro que manteve as temperaturas nos níveis de 1980. Ao considerar todas as outras variáveis que afetam a produção agrícola, o grupo verificou a relação entre aquecimento e queda na produção.
Mas os pesquisadores identificaram exceções. Nos Estados Unidos, Canadá e norte do México a produção não caiu no período. Segundo eles, o resultado aponta que, embora a relação entre aquecimento e produtividade agrícola seja óbvia em escala global, regional ou nacionalmente ela pode não ter os mesmos efeitos.
Desde 1950, a temperatura global média tem aumentado cerca de 0,13º por década, mas, de acordo com relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), o aquecimento esperado para as próximas duas ou três décadas é 50% maior.
Fonte: Agrolink
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*América Latina é fundamental para aumentar a produção de alimentos, segundo especialistas.
Os países da América Latina, entre eles o Brasil, com seus recursos naturais, terão um papel fundamental no desafio de aumentar a produção mundial de alimentos, de acordo com avaliação de participantes do Fórum Econômico Mundial na América Latina de 2011, que ocorre no Rio de Janeiro. O Banco Mundial acredita que será preciso elevar em 80% a atual produção mundial de alimentos para abastecer a população em 2050.
Representantes de entidades e empresas ligadas à agricultura discutiram, em um dos painéis do Fórum, como atender à demanda e transformar a produção de alimentos num motor para o crescimento, com participação do setor privado.
Segundo a vice-presidente para a América Latina e Caribe do Banco Mundial, Pamela Cox, moderadora do painel, os desafios estão em conseguir ajustar oferta e demanda de alimentos de forma ambientalmente sustentável. Mas, para isso, de acordo com ela, será necessário resolver questões como barreiras ao comércio mundial e gargalos de infraestrutura. "A América Latina pode ser parte desta solução [da escassez de alimentos]", afirmou Cox.
Para Pedro Parente, presidente da Bunge Brasil, não é possível resolver o problema sem enfrentar os gargalos de infraestrutura. Ele lembra que os custos da Bunge com logística para transporte de soja são quatro vezes maiores no Brasil (US$ 84 por tonelada) do que nos Estados Unidos (US$ 21 por tonelada). "Poderíamos, por exemplo, aumentar em 50% a produção no Mato Grosso sem cortar uma árvore sequer se tivéssemos uma infraestrutura melhor", acrescenta.
O ex-ministro da Agricultura e coordenador do centro de Agrobusiness da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, acredita que, com o avanço de tecnologias, com novas variedades de sementes adaptadas ao clima e com a nanotecnologia, não será tão relevante no futuro o impacto da evolução da agricultura no meio ambiente.
Já James Bacchus, presidente de comércio global e investimento da Greenberg, defendeu a continuação da Rodada de Doha, sobre liberalização do comércio mundial, como uma forma de promover o barateamento dos alimentos. "O Brasil junto com outros países concentram a produção de alimentos e são afetados por barreiras comerciais", disse.
Fonte: Revista Globo Rural.
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Alimentos freiam Ásia.
Os preços mundiais dos alimentos, em alta de 30% nos dois primeiros meses do ano, ameaçam empurrar milhões de asiáticos para a pobreza extrema e reduzir o crescimento econômico, alertou o Banco de Desenvolvimento Asiático (ADB, na sigla em inglês).O aumento dos preços traduziu-se em inflação média de 10% nos alimentos de muitos países asiáticos, o que poderia levar 64 milhões de pessoas à pobreza, segundo relatório do banco. A alta corroerá ainda mais o padrão de vida das famílias que já vivem na pobreza.Os preços dos alimentos vêm sendo puxados pela alta do petróleo, escassez de produção por problemas climáticos e restrições às exportações, aplicadas por vários países produtores de alimentos.Se os altos preços de alimentos e petróleo persistirem pelo resto do ano, isso pode cortar até 1,5 ponto porcentual do crescimento econômico dos países em desenvolvimento asiáticos, diz o ADB.Alguns países serão atingidos mais duramente. Cingapura é mais vulnerável à inflação, porque a pequena cidade-Estado importa todos os alimentos que consome. Já a Coreia do Sul, onde os alimentos representam uma parte menor do índice de preços ao consumidor, será menos afetada.O aumento no custo dos alimentos é um sério golpe para a região, que se recuperou velozmente da crise econômica mundial.O declínio nos estoques de grãos, o aumento na demanda dos países asiáticos com grandes populações que vêm ficando mais ricas e a diminuição das áreas de cultivo continuarão mantendo os preços altos no curto prazo.Também terão impacto a concorrência representada pelo uso de grãos para produzir biocombustíveis e o rendimento estagnado ou em queda das colheitas. A seca no principal área de trigo da China e as enchentes em regiões produtoras de arroz na Ásia reduziram a oferta dessas produtos.O economista-chefe do ADB, Changyong Rhee, pediu que sejam evitadas proibições às exportações de alimentos e outras medidas de curto prazo. Em vez disso, defendeu mais gastos para melhorar a produtividade agrícola e mais investimento para aperfeiçoar a irrigação, armazenagem de alimentos e obras de infraestrutura."A crise alimentícia, se não controlada, corroerá gravemente os recentes ganhos na redução da pobreza obtidos na Ásia", diz o ADB.As famílias pobres na Ásia são atingidas muito mais fortemente pela inflação dos alimentos porque gastam até 60% da renda em comida, proporção bem maior que nos países desenvolvidos. Os países em desenvolvimento da Ásia possuem quase 70% da população pobre mundial - cerca de 600 milhões de pessoas -, que vive com US$ 1,25 ou menos por dia.Em contraste, a população dos EUA e outros países ricos gastam cerca de 15% de sua renda em alimentos, o que reduz o impacto do aumento dos alimentos. Além disso, grande parte da comida vendida nos países ricos é processada, de forma que os custos de produção industrial representam uma proporção maior do preço final.Em fevereiro, os preços mundiais dos alimentos subiram 34,2% em comparação ao mesmo mês de 2010, após a elevação de 28,4% registrada em janeiro, de acordo com o índice referencial da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO). Os preços de cereais, óleo comestível e carne puxaram a alta do indicador.A FAO advertiu que 29 países da África, Ásia, Oriente Médio e da América Latina e Caribe precisarão de assistência alimentícia. Afeganistão e Paquistão estão entre os países que se deparam com graves problemas de falta de alimentos, em parte, por fatores como descontentamento social e conflitos étnicos. Camboja e Laos também enfrentam perspectivas desfavoráveis para suas plantações, pela irregularidade e atraso nas chuvas.
Fonte: Valor Econômico.

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Análise do milho no mundo (Globo Rural-15/04/11).
Análise para os produtores de ovos que acham que os preços de ovos tem que ficar estabilizados...

http://g1.globo.com/videos/economia/globo-rural/v/exportacao-de-milho-registra-crescimento/1485426/#/Todos os vídeos/20110415
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O ovo no Jornal Hoje.
Acesse: http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/conheca-a-dieta-de-um-vegetariano/1475413/
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Cidade nos EUA declara soberania alimentar.
Os cerca de mil moradores da cidade de Sedgwick, em Maine, nos Estados Unidos, aprovaram em reunião municipal uma iniciativa intitulada de soberania alimentar. Com a medida, os produtores podem vender produtos locais sem esbarrar em regulamentações federais ou estaduais, por considerar um direito do cidadão a escolha da própria comida.
O decreto diz que produtores e processadores de alimentos locais estão isentos de licenciamento e fiscalização quando o produto é comercializado para consumo doméstico.
A portaria está sendo considerada revolucionária pela mídia do país, na medida em que repassa para o consumidor a responsabilidade de se educar e escolher os produtos que consome, mesmo com o risco de ingerir alimentos que podem comprometer sua saúde como leites, queijos, carnes e legumes. Neste caso, não cabe mais ao estado prevenir a população dos alimentos que consome.
A cidade alcançou o direito com base nas próprias normas regulatórias do país que concedem aos municípios o direito de regular a saúde, a segurança e o bem-estar do povo.
Sedgwick foi a primeira cidade a declarar o ato e inspirou mais três localidades do condado de Hancock, no estado, que estão agora à beira da adoção de medidas similares. A ideia é alcançar a permissão de comercializar alimentos que não cumpram inspeções e regras de processamento, segundo informações da publicação americana Abas Journal.
Fonte: Revista Globo Rural (mar/11).

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Embalagem a vácuo pode ser alternativa à refrigeração de ovos.
Pesquisadores da Unesp de Jaboticabal (SP) criam novo modelo de conservação, mas ainda trabalham para reduzir custos.
A embalagem a vácuo, hoje encontrada em alimentos como carnes e laticínios, pode ser adotada pela indústria de ovos em breve. Resultado de um estudo da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp de Jaboticabal, em São Paulo, a nova embalagem é testada pelos pesquisadores como uma alternativa à refrigeração.
Segundo a zootecnista Aline Scatolini Silva, que tem a pesquisa como projeto de doutorado, apesar de a refrigeração ser eficaz para a preservação dos produtos, o alto custo faz com que 92% do que é comercializado hoje seja transportado in natura. A refrigeração, inclusive, faz parte das recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a conservação de ovos no País e é adotada também no exterior.
Os estudos, que começaram em 2008, mostraram que a embalagem a vácuo impede a proliferaçã
o de microorganismos como bactérias e fungos que provocam a deterioração do produto; os resultados obtidos são similares aos da refrigeração. Para tornar o processo mais eficiente, os pesquisadores utilizaram um sachê com propriedades de absorção de oxigênio. “Como o ovo é um produto muito delicado, não é possível retirar todo o ar só com a embalagem a vácuo”, afirma Aline.
Para José Roberto Bottura, diretor técnico da Associação Paulista de Avicultura (APA), o projeto pode trazer benefícios ao mercado, já que a refrigeração nos mercados nem sempre é a melhor opção. “Vivemos num país tropical. Se o consumidor compra o ovo gelado e fora do supermercado está fazendo calor, essa diferença de temperatura pode alterar o alimento”, diz.
Para se tornar viável, porém, o projeto ainda precisa reduzir os custos de comercialização. Segundo a pesquisadora, a nova embalagem custaria de R$ 0,50 a R$ 0,70. “Hoje o preço da embalagem fica entre R$ 0,08 e R$ 0,10. O custo da nova embalagem não poderia passar dos R$ 0,12”, diz Bottura. A redução de custos está nos planos da equipe da Unesp, que pretende também estender o prazo de validade do produto. Os ovos duram, em média, 30 dias. Com a nova embalagem, a qualidade dos ovos estaria garantida neste período.
Outro ponto que ainda precisa ser aprimorado é o estojo plástico que abriga os ovos sob a embalagem a vácuo. Segundo Aline, os pesquisadores buscam um material mais resistente, já que o utilizado atualmente é suscetível a quebras. “Ainda precisamos de mais estudos para chegar à comercialização”, diz a pesquisadora. Se tiver sucesso, a equipe da Unesp tem um forte mercado pela frente. Conforme estimativas da APA, foram produzidos em 2009 cerca de 22,8 bilhões de ovos no País. “Para este ano, a expectativa é que este número chegue aos 23,5 bilhões”, afirma José Bottura.
Enquanto as novas embalagens não chegam às prateleiras, os especialistas recomendam ao consumidor tomar alguns cuidados na hora da compra para obter ovos de qualidade. Segundo o diretor da APA, o ideal é que o transporte dos ovos seja feito nas primeiras horas da manhã ou no fim do dia, quando a temperatura não é tão alta. O local de armazenamento no mercado deve ser limpo e fresco.
Bottura lembra que a embalagem dos ovos precisa ter a identificação do produtor, com endereço e telefone. “É fundamental também que tenha uma data de validade e um selo de inspeção”, diz. Sobre o aspecto visual, ele afirma que o ideal é que os ovos não estejam trincados ou com muitas manchas, características que podem indicar má conservação.
Fonte: ig/economia
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Doenças do coração não estão relacionados ao consumo diário de ovo, indica estudo.

"O modo de preparo é determinante tanto para o ovo quanto para uma série de alimentos, quando falamos se faz bem ou mal para a saúde. Mesmo com todos os benefícios não adianta nada comer ovo frito, dê sempre preferência ao ovo cozido ou pochê, aquele feito na água fervente e que fica com cara de frito, mas não tem nada de gordura".
"... pesquisas como a realizada pela Universidade de Minesota nos EUA, onde os pesquisadores demonstraram não haver relação entre o consumo regular de ovos (1 ou mais por dia) e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. Em comparação aos que não consumiam"
Há pouco tempo muita gente torcia o nariz para o ovo, pois acreditava-se que ele aumentava terrivelmente o colesterol e por isso deveria ser banido do cardápio. Mas as pesquisas evoluíram e mostraram que ele de vilão não tem nada, pelo contrário é rico em vitaminas e substâncias antioxidantes que protegem o organismo.

Então vamos desvendar o que tem de bom nesse alimento que faz parte de grande parte da popul
ação brasileira.
Estudos recentes mostram que o ovo é rico em ácidos graxos de boa qualidade como o linoléico, linolênico, DHA, EPA, carotenoides (luteína e zeaxantina) e colina. Além de ser fonte de proteínas, vitaminas e minerais.
A partir de sua composição, podemos até dizer que o ovo é protetor do coração, pois ele apresenta 3,8g de ácidos graxos monoinsaturados (46,05), 1,36g de ácidos graxos polinsansaturados (16,48%) e uma pequena quantidade de gordura saturada, cerca de 3,09g (37,45%). E falando em saúde cardiovascular ainda temos a colina que ajuda na redução da homocisteína, um importante fator de risco cardiovascular.
E para comprovar isso, já existem pesquisas como a realizada pela Universidade de Minesota nos EUA, onde os pesquisadores demonstraram não haver relação entre o consumo regular de ovos (1 ou mais por dia) e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. Em comparação aos que não consumiam.
Pelo contrário, os ácidos graxos polinsaturados atuam na redução do colesterol total e da porção ruim, chamada de LDL. Além disso, a gordura monoinsaturada, vai ajudar na elevação do colesterol bom (HDL). E nisso tudo não podemos esquecer que o colesterol é uma substância importante e fundamental. Faz parte da síntese de hormônios sexuais e esteroides, na síntese de secreção biliar, e ainda é precursor da síntese de vitamina D. Já se sabe que1/3 do colesterol sanguíneo vem da alimentação e o grande perigo é o consumo de gordura saturada e da temida gordura trans, que aumentam o LDL e diminuem o HDL.
Podemos transportar essa informação para a nossa cozinha quando fazemos um ovo frito na manteiga, por exemplo. O modo de preparo é determinante tanto para o ovo quanto para uma série de alimentos, quando falamos se faz bem ou mal para a saúde. Mesmo com todos os benefícios não adianta nada comer ovo frito, dê sempre preferência ao ovo cozido ou pochê, aquele feito na água fervente e que fica com cara de frito, mas não tem nada de gordura.

Ovo é antioxidante e ajuda a prevenir a degeneração macular

Outro ponto que está sendo bastante estudado é a relação do ovo contra a degeneração macular, um problema que atinge entre 20-25% dos brasileiros com mais de 65 anos e que causa bastante desconforto e pode levar à cegueira a longo prazo. Existem duas substâncias antioxidantes, presentes em boa quantidade no ovo, chamadas de luteína e zeaxantina e que são fundamentais para a saúde ocular e o tratamento dessa doença. Existem outros alimentos fonte dessas substâncias como couve, repolho, milho, etc., mas sendo elas lipossolúveis, isto é, solúveis em gordura, sua absorção é melhor unida à gordura, e o ovo é perfeito.

Benefícios da gema

E para finalizar os inúmeros benefícios, outro nutriente importante que tem no ovo é a colina. Essa vitamina que está presente na gema, é importantíssima na gravidez para o desenvolvimento do bebê e para a memória, pois ela participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas e assim ajuda a manter a memória sempre em dia.
Mas com tudo isso, você deve estar pensando: Pronto vou comer no café, almoço e jantar ovo! Não é por aí, tenha uma alimentação balanceada, bastante colorida e inclua o ovo como uma opção de fonte de proteínas, vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes. Aproveite!
Fonte: UOL
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 Cultivo desanimador.
A safra de soja está chegando ao fim em Mato Grosso do Sul. A hora, agora, é de iniciar o plantio do milho safrinha. Mas a falta de preço para a cultura e os prejuízos acumulados de anos passados fizeram muitos agricultores mudar de ideia. A procura pelos insumos caiu bastante.
A colheita da soja na propriedade do agricultor Lúcio da Malha em Dourados ainda nem começou. O grão foi cultivado numa área de 330 hectares. Mas desde já ele definiu que em 2010 plantará apenas metade do milho que em anos anteriores.
“Como é plantio direto, temos de pensar em cobertura. Colocar braquiaria ou qualquer outra coisa. Não podemos deixar descoberta”, justificou seu Lúcio.
Na região o milho safrinha começa a ser cultivado no final de fevereiro, assim que a colheita da soja acabar. Já são duas quebras seguidas na produção e muitas dívidas acumuladas pelos produtores. Por isso, um erro agora pode comprometer ainda mais o orçamento.
A saca de 60 quilos está sendo negociada no Estado por uma média de R$ 11,50. No ano passado, o pico atingiu os R$ 18.
A falta de interesse dos agricultores reflete nas lojas especializadas nas vendas de insumos. Em uma delas, o movimento está 40% abaixo do esperado.
“Sempre nos preocupa por ser uma região produtora de milho, uma região importante no cenário nacional”, falou Ednei Rodrigueiro, gerente de negócios agrícolas.
O preço do milho influencia também nos estoques dos armazéns. Na cooperativa em Dourados são 29 mil toneladas do produto paradas, a espera da reação do mercado. Há espaço somente para guardar 13 mil toneladas da soja que está sendo colhida no campo.
“Nós estamos viabilizando para receber dos associados alguns espaços internos de remoção. E ainda a gente está contando que o governo retire o milho depositado”, esclareceu Antônio Nishimura, gerente de cooperativa.
Pelo último levantamento da Conab, a redução da área plantada com milho safrinha em Mato Grosso do Sul pode chegar a 9%. Em todo o país, a estimativa é de queda de 3,4%.
Fonte: Globo Rural (TV Globo 18/02/09).
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Sem gaiolas, EUA se tornará importador de ovos (Avisite).
Muito interessante a reportagem do dia 14/12/09 do site AVISITE.  Segue abaixo:

"Abaixo, alguns dos efeitos econômicos da criação de poedeiras sobre piso, isto é, abolindo-se totalmente o uso de gaiolas, como pretendem defensores norte-americanos do bem–estar animal. Os valores mencionados se aplicam à produção dos EUA.
- Para produzir o mesmo número de ovos obtidos em um moderno sistema de criação em gaiolas, a criação sobre piso consome entre 15% e 25% a mais de ração. Isso implica numa demanda extra de mais de 3 milhões de toneladas de milho e farelo de soja, que por sua vez necessitam de mais de 200 mil hectares de terras, com perda de espaço útil e aumento de impactos ambien
tais negativos;
- O custo da mão-de-obra vai ter um aumento significativo, porquanto o sistema de criação sobre piso necessita de quatro vezes mais trabalhadores do que o sistema em gaiolas;
- O espaço necessário para alojar as poedeiras hoje criadas em gaiolas aumentaria 400%;
- É estimado em US$7,5 bilhões o custo para o produtor converter seu atual sistema de gaiolas em um sistema sobre piso. A limitada disponibilidade de crédito, bem como as restrições de ordem ambiental para a instalação de novas granjas alijaria do processo grande parte dos produtores.
Integrante de um estudo que procurou avaliar o impacto da eventual eliminação das gaiolas sobre a produção de ovos, os fatores mencionados estão sendo utilizados pela avicultura como argumento para tentar evitar que a opção pela poedeira “cage-free” seja adotada nacionalmente, como já fizeram alguns estados (na Califórnia as gaiolas deverão ser eliminadas a partir de 2012).
O estudo também ressalta que o país é autossuficiente na produção de ovos, mas acabará se tornando mais um importador se as gaiolas precisarem ser eliminadas totalmente. Estima-se, neste caso, que as importações representarão 10% do consumo doméstico, algo em torno dos sete bilhões de ovos. "  Fonte: Avisite.
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Galinha adota gatinhos.
Dentro de um galinheiro, uma gata deu à luz filhotes que acabaram sendo “adotados” por uma galinha. O caso ocorreu em Bauru, a 329 km de São Paulo, e causa surpresa. A ave toma conta dos gatinhos e não deixa a mãe deles chegar perto. A gata observa a ninhada de cima do muro.
Os gatinhos são recém - nascidos. Devem ter no máximo três dias. Durante todo o tempo, eles recebem o calor e atenção da mãe adotiva. O produtor rural Marcos Gomide disse acreditar que a gata aproveitou o momento em que a galinha saiu do cesto para ter os filhotes no local.
Toda vez que alguém chega perto dos gatinhos, a galinha fica incomodada. E é justamente isso que preocupa a proprietária da chácara, Silmara Simonagio. A dúvida é como os animais serão alimentados.  Fonte: O Globo.

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Fazenda alemã vende seus produtos em máquinas automáticas.
A fazenda alemã Peter-und-Paul-Hof encontrou uma solução prática para diminuir os custos das vendas dos seus produtos agrícolas, eliminando gastos com entregas e aumentando seu lucro. Ela resolveu vender suas mercadorias por meio de máquinas automáticas.
Em parceria com a companhia Regiomat, criou uma máquina diferente onde seus consumidores pudessem comprar rapidamente
ovos, leite fresco, verduras, queijo e mais. Além de praticidade, a tática promete aumentar os lucros da empresa, que dessa forma corta
intermediários, como supermercados e lojas, que ficariam com parte do dinheiro das vendas.
Confira:
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI97597-17180,00-FAZENDA+ALEMA+VENDE+SEUS+PRODUTOS+EM+MAQUINAS+AUTOMATICAS.html

Fonte: Revista PEGN
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Entidades discutem o bem-estar animal
Na série especial que o Globo Rural vem exibindo nesta semana (05/10/09), você vai ver o que as entidades que representam as cadeias produtivas do boi, do porco e do frango estão discutindo na questão do bem-estar animal.
No porto de Belém, no Pará, imagens mostram o flagrante do embarque de gado vivo, num navio, para o Líbano, no Oriente Médio. Uma viagem de quase 20 dias dentro de porões, em condições que provocam estresse e problemas de saúde nos animais. A denúncia é da Organização Não-Governamental (ONG) WSPA, a Sociedade Mundial de Proteção Animal.
As condições precárias no transporte de animais para o abate, tanto nos navios, como nos caminhões, preocupam a ONG.
“O produtor cria um boi durante dois anos. Na hora que ele está pronto para ser vendido, é transportado de forma errada. O boi chega ao frigorífico cheio de lesões, que vão ser perdidas, cheio de hematomas e com sinais muito claros desse tipo de estrago na carcaça. Isso tudo é perda”, diz Antônio Augusto, diretor da WSPA.
No Brasil, não existem leis que obriguem o cumprimento de regras de bem-estar animal. Há apenas uma instrução normativa com recomendações de manejo cuidadoso, alimentação saudável, instalações seguras que não ofereçam riscos aos animais. A adesão à norma é voluntária, mas se torna praticamente obrigatória para criadores que querem conquistar um mercado cada vez mais exigente, como a União Europeia (EU).
Os europeus querem que as medidas de bem-estar façam parte das regras de comércio internacional. Novas normas para a avicultura entram em vigor em 2012. Para a produção de frangos de corte, um dos itens exigidos é a padronização no tamanho dos galpões, e na produção de ovos, o fim das gaiolas para poedeiras.
A União Brasileira de Avicultura (UBA), que tem na Europa o seu principal mercado, adotou uma série de medida na criação de frangos e aves de postura para atender às exigências dos compradores.
“O que vai entrar em vigor o Brasil tem condições de atender. A maior dificuldade vai ser no setor de postura, de poedeiras comerciais. Nós trabalhamos com gaiolas que vão ser banidas da União Europeia em 2012. Estamos, agora, em uma fase de discussão. Temos um protocolo para a postura comercial, mas estamos em um trabalho mais intenso para o setor de poedeiras. Em frangos de corte, nenhuma dificuldade”, diz Ariel Mendes, presidente da UBA.
Rui Vargas, diretor de mercado externo da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), afirma que as boas práticas no trato animal podem trazer aumento no custo, mas são importantes para garantir acesso ao mercado.
“Nós temos a União Europeia como um grande bloco comprador de carnes e o suíno caminha rapidamente para tentar atingir esse mercado. Nós achamos importante ter a aprovação desse mercado, porque ele é referência”, comenta Rui Vargas.
Já o setor de bovinos é mais resistente à idéia de adaptar a cadeia produtiva às novas exigências europeias.
“A gente não pode aceitar que um bloco ou um país imponha regras unilateralmente e diga: ‘Você tem que cumprir isso’, mas a gente sabe também como o mercado funciona. Se a gente quiser entrar lá, vai ter que se adaptar. Então, num segundo momento, a gente tenta um diálogo e num terceiro momento, pedir a equivalência entre os processos produtivos entre Brasil e União Europeia ou outro país ou bloco qualquer. Nós temos que ter bom senso, aceitar o que é aceitável e regulamentado pelos órgãos internacionais”, diz Otávio Cançado, diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Carne (Abiec).
A Abiec confirma que o setor bovino é o mais atrasado na adoção das boas práticas.
“Se você comparar com os suínos e com as aves, eles estão muito mais organizados, por conta da verticalização. Com os bovinos é mais difícil. Você tem milhões de produtores para arregimentar, explicar, ensinar. As pessoas, geralmente, que cuidam da fazenda, tem uma instrução, uma escolaridade muito baixa”, diz Otávio Cançado.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem promovido treinamento para fiscais agropecuários, funcionários de frigoríficos e de fazendas.
Andréa Parrilla, coordenadora da Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal do Mapa, fala sobre as vantagens para o criador em adotar práticas de bem-estar animal.
“Além da parte de ética, as vantagens da adoção dos princípios de bem-estar animal para o produtor são o acesso a mercados e consolidação desses mercados mais exigentes. Quando se fala em mercados mais exigentes, são aqueles que pagam mais pelo produto de boa qualidade e que estejam dentro de certas regras de bem-estar animal”, diz.
Andréa explica que o governo só vai obrigar os criadores a adotar essas práticas depois que elas forem adaptadas à realidade brasileira.
“As pesquisas desenvolvidas no Brasil, para as condições Brasileiras, ainda não são suficientes para sejam desenvolvidas legislações impositivas, obrigatórias”, diz.
Fonte: Globo
 Rural

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Anvisa adverte: ovo pode, mas só bem cozido !
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça feira (16/06/09), a resolução que obriga os produtores a botar rótulos nas embalagens de ovos com uma advertência sobre o consumo do produto.  A medida entrará em vigor em seis meses, e o conteúdo da mensagem faz um alerta:  “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde”.    A Anvisa exige ainda que se inclua a recomendação de que é preciso “manter os ovos preferencialmente refrigerados”, ou seja, em geladeiras.
O rótulo com o aviso deverá ter destaque na embalagem , de forma legível, e o tamanho das letras não pode ser inferior a um milímetro.  A decisão baseou-se em dados do Ministério da Saúde sobre registro de pessoas vítimas da salmonelose, que é a principal causa de surtos de diarréia.   A salmonelose é a infecção decorrente da ingestão da bactéria salmonela.  Quem é infectado apresenta sintomas como vômito, calafrio, náusea e dores abdominais.
 Segundo o ministério, a contaminação com salmonela em ovos foi responsável por 42,2% dos casos de doenças transmitidas por alimentos entre 1999 a 2007.  No período, cerca de 117 mil pessoas foram acometidas por essa doença. Foram registrados ainda seis mil surtos por conta de ingestão da bactéria em festas e comemorações que reúnem dezenas de pessoas.  Ao longo desse período, foram registradas 64 mortes, decorrentes do consumo de pratos como maionese e salpicão feitos à base de ovos crus ou mal cozidos.
A diretora  da Anvisa, Maria Cecília Brito, explicou que o objetivo da Anvisa é alertar, principalmente a dona de casa.
            - Nosso objetivo não é estigmatizar o ovo, mas deixar claro que, consumido de maneira imprópria, causa graves problemas de saúde.  O número de pessoas intoxicadas é muito alto, e são necessárias medidas de alerta.  Em vários países é proibido servir nos hotéis e restaurantes o ovo cru e o pochê – disse Maria Cecília.
A Anvisa recomenda ainda que os ovos sejam expostos nos supermercados em locais refrigerados, como freezer.  Maria Cecília explicou que, quanto mais tempo a bactéria da salmonela estiver em ambiente frio, menor o risco da sua proliferação.
O setor produtivo não recebeu com simpatia a decisão da Anvisa.  A União Brasileira de Avicultura (UBA) que reúne os principais produtores dos país, contesta a medida, diz que a inspeção do Ministério da Agricultura é suficiente e que é preciso distinguir os ovos de boa procedência dos que não recebem o mesmo tratamento.  Antônio Guilherme Machado, afirmou que não há evidências de que o ovo mal cozido cause, de fato, dano à saúde.
            - Não se pode generalizar ma informação dessas e colocar todos os ovos no mesmo cesto.
O diretor afirmou ser importante alertar sobre o consumo do produto cru, e disse que muitas vezes o problema de intoxicação está no manuseio ou nas condições em que são preparados os alimentos.  Fonte: O Globo. 
               Veja também no site do Jornal Nacional:
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1198448-10406,00-ANVISA+ADVERTE+SOBRE+O+CONSUMO+DE+OVO.html
 
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O ovo é nosso outra vez

 
O OVO está na moda outra vez. Na crise, por ser barato, resolveu dispensar toda esta história de colesterol e virar estrela. Com a maior cara de pau. Numa década, é considerado vilão. Na outra semana, a maionese vira a coisa mais light e ninguém se desculpa.
Morro de "verguenza ajena" pelos cientistas que mudam de ideia como de casaco. Numa boa. E todos a cantarem de novo "A galinha do vizinho bota ovo amarelinho, bota um, bota dois, bota três". E nós papando todos com a consciência limpa. Agora pode, ele é nosso outra vez, frito, em gelée, cozido durante 60 horas, gema molinha e clara dura, clara mole e gema dura.
Está na hora de não deixar que o ovo colorido, já em extinção nos botequins e padarias, desapareça de vez. Sempre fico pensando porque se tingiam aqueles ovos. Para dar escolha ao levemente bêbado, parado em frente à vitrine, encafifado, peço o azul, ou o rosa, talvez aquele mais roxo? É claro que a cor do lado de fora deve influenciar o gosto. Um ovo cor de limão é mais azedo do que um marrom, sério, que até tem cheiro de carne assada.
Na China, quando nasce uma criança, os pais recebem as visitas com um presente, um ovo duro colorido que deve ser sinal de regozijo pelo nascimento.
De vez em quando, as coisas confabulam para aparecerem ao mesmo tempo. Meu neto chegou contando que comeu ovos Benedict no Ritz da alameda Franca, a nora comeu ovos de codorna numa casa de tapas nova-iorquinas em que o pão com tomate vinha com um ovinho de codorna poché por cima. No Union Square Café, se se pedisse uma sopa, alguns dólares iam para uma ONG de Sopão, agora é se pedirem um prato de ovos. David Chang, no Momofuku, não deixa de colocar um ovo no meio do lámen.
Uma exposição do artista Martin Kippenberger, no MoMA, os ovos aparecem nas suas pinturas como o Wally. É só procurar que você acha um. Rostos pintados em formatos de ovos. Ele na cruz, com seus ovos propriamente ditos; outra tela que é quase só um enorme ovo frito; um caminhãozinho carregando um ovo enorme, "Der Eierman und seine Ausleger". E haja símbolo.
No museu Lasar Segall, está o trabalho da fotógrafa Grete Stern, que ilustrava com fotomontagens os sonhos que as leitoras mandavam para a revista "Idílio" e eram interpretados por psicanalistas. E é claro que aparece o OVO, como possibilidade de explodir em vida. E a capa da última revista "Gastronômica" são ovos sendo quebrados, ligados pelos fios de gema e clara. Como são bonitas essas capas da "Gastronômica"! E a foto de ovos tirada pelo Rômulo Fialdini, que está na minha sala, que inspiração!
Um dia me perguntaram qual o nome que eu gostaria de dar à minha coluna, e escolhi "Indez" ou "Endez", que quer dizer: 1) ovo que se deixa no ninho descoberto, como chamariz para outras galinhas virem fazer postura no local; 2) que é de extrema suscetibilidade ou delicadeza.
Aí, por causa do segundo significado, desisti. Muito difícil ter a delicadeza transcendental de um ovo. Há muito tempo, Mari Hirata já nos ensinava a fazer esses ovos que demoram horas cozinhando. Pois desde pequena fazia piqueniques nas termas do Japão e, enquanto brincavam, deixavam os ovos a cozinhar no morninho das águas dos gêiseres o dia inteiro para comê-los depois, no ponto certo, sem o menor perigo de queimarem.
Já pensaram que alegria, livres da culpa, podemos comer fritadas, levar sanduíche de ovo para o colégio, e aproveitar enquanto dura. "Ficou comprovado que não existe relação entre o colesterol presente no ovo, mais especificamente na gema, e o aumento das taxas de gordura nociva no organismo." Durma-se com um barulho desses.  Fonte: Folha de S.Paulo.
 
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Fezes de galinha vira fonte de energia.
Um grupo de cientistas da Universidade Estadual da Virgínia, nos Estados Unidos (conhecida como Virginia Tech) estão desenvolvendo uma tecnologia para aproveitar as fezes de galinhas e frangos e gerar energia elétrica e gás aquecedor. Eles fazem parte de uma linha de pesquisa que busca fontes de energia alternativas, como a energia tirada das ondas do mar.
A tecnologia para fazer da titica de galinha energia ainda deve levar dois anos para estar totalmente pronta. Mas os pesquisadores estão entusiasmados, principalmente depois que um candidato a governador da Virgínia, Terry McAuliffe, declarou que “amava os excrementos de galinhas”, num momento de entusiasmo com a nova pesquisa. A defesa de fontes de energia renováveis é um dos assuntos centrais na corrida ao governo local, e segundo uma matéria do Washington Post, a energia da “titica da galinha” está gerando muita discussão.
O processo que transforma a matéria das aves em energia chama-se pirólise. Uma máquina super-aquece os excrementos para transformá-los em três produtos: óleo usado para aquecimento, fertilizante e um gás que os pesquisadores esperam que um dia possa ser reciclado para virar energia para a própria máquina.
A companhia Fibrowatt, na Pensilvânia pretende construir uma usina em Maryland, na Virgínia. A usina deverá ser totalmente abastecida com as fezes das aves e, segundo a companhia, gerará energia suficiente para abastecer 40 mil residências na região. O problema é que a companhia confessa que precisa de dinheiro do governo para as obras, estimada em 200 milhões de dólares.
O projeto usa uma tecnologia diferente, que segundo os cientistas envolvidos, emitirá menos ou nenhum gás nocivo ao meio ambiente. Eles também pretendem construir pequenas unidades para que fazendeiros possam aproveitar os restos de suas aves e produzir óleo para aquecer seus viveiros durante o inverno. Fonte: Revista Época.
 
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Destino correto para aves e suínos mortos.
Incinerador desenvolvido pela Embrapa elimina pequenos animais sem deixar agentes contaminantes químico ou biológico.
O incinerador da Embrapa Suínos e Aves custa R$ 123 mil e elimina até 60 quilos de matéria morta por hora.

Descartar as carcaças de pequenos animais mortos é um problema comum entre proprietários granjas de aves e suínos. Mas depois que Dirceu Zanotto, pesquisador da Embrapa Aves e Suínos, de Concórdia, em Santa Catarina, desenvolveu um incinerador específico a prática de compostagem ou os descartes a céu aberto estão com os dias contados.
""O incinerador destina os resíduos da produção sem deixar qualquer agente contaminante tanto do ponto de vista químico quanto biológico"", destacou Zanotto, engenheiro agrônomo responsável pelo projeto. O combustível utilizado é o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e dentro da câmara a temperatura por atingir até 800º C. O preço para aquisição hoje é de R$ 123 mil.
Dentre suas finalidades básicas, o ponto elencado como principal é a redução dos impactos ambientais. O equipamento evita a contaminação do meio ambiente durante os processos de decomposição e, consequentemente, de poluição do solo, água e ar. ""Isso também evita a proliferação de doenças contagiosas"", destaca.
Além disto, também agrega como vantagem o fato de não emitir resíduos gasosos poluentes ao meio ambiente. Isso é possível porque, numa primeira câmara ele queima as carcaças dos animais. Num segundo estágio (sob uma temperatura mais elevada) ele incinera os gases produzidos durante a primeira decomposição. ""Isso faz do processo uma queima controlada e limpa"", analisa.
Seu uso pode ser amplo e é recomendado para propriedades rurais, laboratórios e clínicas veterinárias, frigoríficos, abatedouros, fábricas de farinha e compostos de origem animal, postos de fiscalização sanitária em portos e aeroportos. Seu projeto foi concebido com enfoque em granjas e criadouros de suínos, porque os testes foram feitos visando estes tipos de animais.
Entretanto, nada impede que também sejam utilizados para outros tipos de animais de pequeno a médio porte. Sua capacidade de trabalho comporta até 60 quilos de carcaças e restos por hora. ""Mesmo os grandes animais podem ser incinerados porque é possível retalhar em tamanhos menores e fazer a o processo de maneira fracionada"", completa.
Principais vantagens do incinerador:
* Saúde - Livra o meio ambiente do processo de incineração de organismos e matérias orgânicas ao ar livre, evitando assim a disseminação de agentes infecciosos nocivos;
* Ambiental - evitar a poluição da água, solo e da atmosfera por meio da queima dos animais mortos. A prática deixa menos resíduos que as tradicionais técnicas de compostagem (enterrar os dejetos) e controla o depósito do material orgânico gerado pela decomposição dos animais e consequentemente a poluição do ambiente.
* Versatilidade - pode ser utilizado em fábricas de farinhas de origem animal, frigoríficos, clínicas e hospitais veterinários, postos de fiscalização sanitária, portos, aeroportos, abatedouros, propriedades rurais, prefeituras, hospitais, laboratórios de diagnóstico incluindo unidades de necropcia.
 
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O ovo na legalidade.(texto da Folha de S.Paulo,  escrito por Ruy Castro, jornalista e escritor)
"É a mais completa reabilitação de um suposto criminoso na história da humanidade. O ovo - o querido ovo, o fruto da galinha (às vezes, com participação do galo como astro convidado), objeto cujo design é uma maravilha de projeto e acabamento -, volta ao círculo social depois de décadas como inimigo público nº 1.
Durante quase toda a segunda metade do século 20, médicos e cientistas dedicaram-se a acusar o ovo dos piores crimes contra o coração e a responsabilizá-lo pela elevação dos níveis de colesterol a placares de basquete americano. Quem fosse cardíaco, não chegasse perto; quem não fosse, idem, para prevenir. Às galinhas só restava submeter-se ao holocausto reservado à sua espécie e ao opróbrio para o seu produto.
Pois, desde algum tempo, depois de pesquisas mais sérias e profundas, esses mesmos médicos e cientistas começaram a emitir sinais de que talvez tivessem sido injustos com o ovo.
E, na semana passada, saiu o relatório definitivo da Universidade de Surrey, na Inglaterra: o ovo não faz o menor mal à saúde - ao contrário, é riquíssimo em nutrientes - e pode ser comido na legalidade e em qualquer quantidade. Só faltam dar-lhe a medalha de alimento do ano.
Ótimo, ótimo. Mas cabe a pergunta: E nós, que sempre fomos loucos por ovos - fritos, na manteiga, com ou sem bacon - e tivemos de nos privar deles por décadas, como ficamos?
Eu, por exemplo: a uma média de três por semana, quantos ovos não deixei de comer nos últimos 30 anos? Se medido em graus de deleite, prazer ou orgasmos do paladar, a quanto não montará esse prejuízo?
Assim como certos países e regimes pediram desculpas póstumas às populações que dizimaram, a comunidade científica também nos deve um pedido de perdão - que não sei se concederei."

(Folha de São Paulo) (Ruy Castro, jornalista e escritor)
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Estudo diz que colesterol do ovo é insignificante. (reportagem do Jornal Nacional de 13/02/09).
ATENÇÃO PRODUTORES E INTERESSADOS : REPASSEM ESTA REPORTAGEM PARA TODOS DE SUA LISTA DE EMAILS.

Um alimento que era acusado de prejudicar a saúde quando consumido em excesso está sendo reabilitado por cientistas britânicos.
O ovo já foi o vilão de todas as dietas. Apontado como o causador do aumento de colesterol, a gordura acumulada no sangue que leva a problemas cardíacos.
Mas em estudos mais recentes revelam que o ovo foi injustiçado ao longo do tempo. Quem garante são especialistas da Universidade de Surrey, na Inglaterra.
As pesquisas mostram que a quantidade de colesterol existente no ovo é insignificante do ponto de vista clínico. E que apenas 1/3 do colesterol sanguíneo se origina na dieta.
Os estudiosos afirmam que a gordura saturada, de origem animal, seria um risco muito maior para infartos e doença do coração. Outros fatores que aumentam a gordura no sangue são: o fumo, o sedentarismo e a obesidade.
Os pesquisadores dizem que não sabem a origem da crença de boa parte da população mundial, de que é preciso limitar o consumo de ovo em no máximo três por semana, porque acima disso seria prejudicial à saúde.
Os pesquisadores contestam e até indicam o consumo diário, já que a clara e a gema do ovo são consideradas nutritivas e devem fazer parte de uma dieta equilibrada.
A nutricionista americana Tara Miller diz que o ovo é um bom alimento, rico em proteínas, mas não significa que se possa exagerar no consumo e é bom escolher a forma de preparo, sem fritura, para que a gordura não prejudique a saúde.  Fonte: Jornal Nacional (confira esta reportagem: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1001562-10406,00-ESTUDO+DIZ+QUE+COLESTEROL+DO+OVO+E+INSIGNIFICANTE.html

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Colesterol dos ovos
"NÃO" oferece riscos à saúde, diz estudo.
ATENÇÃO PRODUTORES E INTERESSADOS : REPASSEM ESTA REPORTAGEM PARA TODOS DE SUA LISTA DE EMAILS.
Um estudo realizado por pesquisadores britânicos chegou à conclusão de que, ao contrário do que diz a crença popular, o consumo de ovos não provoca um aumento excessivo de colesterol, nem causa riscos de infarto.
O relatório elaborado por dois especialistas da universidade inglesa de Surrey confirmou que o verdadeiro perigo para o colesterol está na gordura saturada.
Segundo a crença popular, a presença deste elemento na gema seria a causa do aumento do nível de colesterol no sangue.
Além disso, mais de 40% dos britânicos acreditam que deve-se comer, no máximo, três ovos por semana, p
ara prevenir problemas de saúde.
Entretanto, os pesquisadores concluíram que o efeito do colesterol presente nos ovos é insignificante do ponto de vista clínico.
No estudo, os cientistas constataram que apenas um terço do colesterol sanguíneo se origina na dieta.
Os ingleses ainda afirmaram que os outros fatores que aumentam os níveis de gordura no sangue - e o risco de infarto - são o fumo, o sedentarismo e a obesidade.
"Deve-se corrigir este erro enraizado que vincula o consumo de ovos ao alto colesterol no sangue", disse o professor Bruce Griffin.
"A quantidade de gorduras saturadas na dieta exerce um efeito no colesterol sanguíneo que é muito maior que a relativamente pequena quantidade de colesterol dos ovos", acrescentou.
Griffin também garantiu que as
pessoas não precisam limitar o consumo deste alimento.
"As pessoas não devem fazer limitações do consumo de ovos. Elas podem até ser encorajadas a incluí-los em uma dieta saudável, já que são altamente nutritivos", disse.
Fonte: EFE - Agência EFE
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Um ovo por dia aumenta risco de diabetes, diz estudo.

Pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Harvard.
Risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.
Quem come sete ou mais ovos por semana tem muito mais chances de apresentar diabetes. A conclusão veio da Universidade Harvard e está publicada na revista "Diabetes Care".
O risco do diabetes aumenta progressivamente com o consumo de ovos por semana. O efeito é diferente entre homens e mulheres.
No grupo de maior consumo, com um ovo por dia em média, o risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.
Os ovos são a fonte mais importante de colesterol da dieta humana. Cada unidade contém cerca de 200 mg de colesterol, além de 1,5 g de gordura saturada. Apenas esses dois elementos já aumentam o risco de diabetes.
Esses dados vêm de dois estudos com um número expressivo de participantes. Foram analisados mais de 20 mil homens e 36 mil mulheres, todos profissionais de saúde, saudáveis no início da pesquisa e acompanhados por mais de 20 anos.
Nos dois grupos o número de casos de diabetes, durante o estudo, estava relacionado ao consumo de ovos e altos níveis de colesterol na dieta.
A relação entre os ovos e o diabetes se manteve, apesar dos outros fatores de risco habituais para a doença.
Uma dieta equilibrada está entre os hábitos saudáveis que podem prevenir o aparecimento de doenças crônicas.
Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.  Fonte: O Globo.

"Só faltava esta... Depois de anos e anos considerando o ovo vilão nas doenças de coração, agora esta.   Atenção OVOS BRASIL !!! "

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Humanidade vai precisar de 2 planetas em 2030.

Ao ritmo de consumo atual, a humanidade, para satisfazer suas necessidades no início da década de 2030, vai precisar de dois planetas, alerta o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
 
A marca ecológica da humanidade, que avalia o consumo de recursos naturais, já superou em 30% as capacidades do planeta de se regenerar, destaca o WWF no relatório Planeta Vivo 2008.
O informe explica que a pressão da humanidade sobre o planeta dobrou nos últimos 45 anos por dois motivos: crescimento demográfico e aumento do consumo individual.
A superexploração está esgotando os ecossistemas e os desperdícios se acumulam no ar, na terra e na água. Como resultado, o desmatamento, a escassez de água, a redução da biodiversidade e a desordem climática, causadas pela emissão de gases que provocam o efeito estufa, "colocam cada vez mais em risco o bem-estar e o desenvolvimento de todas as nações", informa o WWF.
O "Índice Planeta Vivo", um instrumento criado para medir a evolução da biodiversidade mundial e que envolve 1.686 espécies de vertebrados em todas as regiões do mundo, registrou queda de quase 30% nos últimos 35 anos.
"Em vista da redução deste índice, parece cada vez mais improvável que alcancemos o objetivo, no entanto modesto, a que apontava a Convenção do Rio sobre a diversidade biológica: reduzir a erosão da biodiversidade mundial até 2010", destaca o WWF.
Além da marca ecológica mundial e do Índice Planeta Vivo, o relatório apresenta um terceiro instrumento de medida, "a marca d'água", que avalia a pressão resultante do consumo sobre os recursos hídricos em escala nacional, regional e mundial.
O grande problema é que a água é um recurso distribuído de forma muito desigual em todo o mundo.
Desta maneira, 50 países enfrentam atualmente um 'estresse' hídrico moderado ou grave, segundo o WWF. Além disso, o número de pessoas que sofrem com a falta d'água, seja em todo o ano ou por temporadas, aumentará em conseqüência do aquecimento global, conclui o organismo de defesa da ecologia.  Fonte: Uol.com.br
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Autoridades querem regulamentar produção e transporte de ovos.
Reportagem do Jornal Hoje da Tv Globo do dia  09/09/08:

"Autoridades de saúde de todo o mundo estão preocupadas com uma bactéria, a salmonela, encontrada principalmente em ovos. Em São Paulo, já foram registrados quase 200 surtos nos últimos dez anos.
A salmonela, bactéria que se desenvolve no ovo, impediu que a auxiliar administrativa Juliana da Fonseca trabalhasse depois de almoçar num restaurante. “Quando eu cheguei no serviço comecei a sentir muita dor na barriga, umas cólicas abdominais bem fortes, e depois deu diarréia”, lembra.
Todos os dias, no estado de São Paulo são registrados pelo menos três casos de contaminação por salmonela. É um numero considerado alto para as autoridades de saúde, que querem mudar as regras desde a produção até a venda dos ovos.
“É importante que o ovo seja refrigerado desde a produção até comercialização, inclusive em feiras e supermercados. É o que evita a multiplicação da bactéria”, explica Maria Bernadete de Paula Eduardo, da Vigilância Epidemiológica de São Paulo.
O principal argumento dos especialistas está nos dados de uma pesquisa que traduziu em números o que muita gente já passou: 35% dos casos de contaminação aconteceram através do consumo de ovos crus.
Por isso, atenção às dicas:
- Não deixe cascas de ovo perto de outros alimentos, porque a bactéria ainda está lá e pode contaminar tudo.
- Lave com água e sabão a superfície onde a comida é preparada.
- Lavar o ovo não evita a salmonela; serve apenas para limpar a casca, por fora.
- A salmonela só morre com altas temperaturas, portanto é melhor comer o ovo frito ou bem cozido.
“O ovo é um bom alimento, e precisa ser consumido sem risco”, defende a médica Maria Bernadete Eduardo."
Fonte: Jornal Hoje (Tv G
lobo)
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Veja a dieta do nadador americano Michael Phelps.

Logo que começou a ganhar seu caminhão de medalhas nestas Olimpíadas, o nadador americano Michael Phelps descreveu sua rotina em Pequim: comer, dormir e nadar. E coloca comer nisso. Ele revelou seu cardápio ao site do jornal inglês Guardian e salta aos olhos o fato de ingerir 12.000 calorias em sua dieta diária. Seis vezes mais que um adulto normal. No café da manhã ele dá o início com três sanduíches de ovo frito, mas com alguns elementos a mais: queijo, alface, tomate, cebolas fritas e claro, maionese, afinal ele é americano. Para se divertir um pouco mais, três xícaras de café e um omelete com cinco ovos e uma tigela de cereais. Mas ainda não acabou. Três fatias de torradas com açúcar e para terminar três panquecas de chocolate. Aí vem o almoço. Meio quilo de macarrão e dois sanduíches grandes de queijo com presunto no pão branco com muita maionese. Para ter certeza de que seu corpo não ficará sem combustível, 1.000 calorias de bebida energética. E finalmente chega a hora do jantar, já com muita fome. Mais meio quilo de macarrão e uma pizza inteira, além de mais 1.000 calorias de bebida energética. Assim termina o dia do maior atleta olímpico de todos os tempos.  Fonte: o Globo.

Obs: Este sim seria nosso garoto propaganda ide
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Galinha cubana põe ovo que pode entrar no Guinness.
Uma galinha de Guantánamo, ao leste de Cuba, colocou um "superovo" de 171 gramas, um peso que poderia fazer com que ganhasse uma menção no "Livro Guinness dos Recordes" na categoria, atualmente em poder de uma ave de Lanzarote, na Espanha.
A informação foi transmitida pelo canal Solvisión de Guantánamo, onde,no dia 24/06/08, entrou Demmy Rojas, o orgulhoso dono da galinha, com o ovo debaixo do braço para que os cidadãos observassem o prodígio que acabava de ser posto em sua granja.
"Ele a trouxe como uma curiosidade há 15 dias, com o ovo, que pesa cerca de 171 gramas, e disse que, de vez em quando, a galinha colocava ovos desse tipo, mas não tão grandes", explicou à agência Efe Manuel, o encarregado de receber a prova dos incomuns dotes da ave.
Ele disse que, em outros casos de ovos deste tamanho, dentro do ovo se encontrou outro ovo, embora, neste caso, ainda não tenham tentado ver se isso ocorreu, devido ao interesse que despertou na população, depois que o canal promoveu o fato e deu à notícia um lugar de honra em vários programas.
"As pessoas ligam ao canal para felicitar o dono", disse Manuel, ao destacar que o fato de que um ovo local possa entrar no livro dos recordes é "motivo de orgulho" para os cidadãos de Guantánamo.
Tecnicamente, o ovo pesa 170,97 gramas, o que daria menos de um grama de vantagem sobre a ave das Ilhas Canárias. Mas, por ora, a galinha, cujo nome é mantido em segredo, mas se sabe que é uma mistura de várias raças da região, já detém o recorde da ilha.
À espera de comprovações técnicas, o ovo se encontra em uma caixa em um quarto do canal de televisão da província cubana, com ar condicionado para evitar eclosões imprevistas.  Fonte: Terra.
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Governo retorna a política de estoque de alimentos.

Apesar dos conselhos para aumentar o superávit primário e restringir ainda mais o crédito, o presidente Lula avalia que, por enquanto, não é necessário aprofundar medidas nessa área. Mesmo assim, determinou a sua equipe que elabore outras propostas para conter a inflação -entre elas, uma política de estoque de alimentos.
O governo espera gastar de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões para elevar os estoques de arroz, feijão, milho e trigo para 6 milhões de toneladas. O valor varia porque o governo ainda não sabe por quanto tempo comprará os produtos. Hoje, os estoques desses alimentos estão em 1,59 milhão de toneladas.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse  que o governo decidiu refazer sua política de estoques reguladores diante da nova conjuntura mundial, de demanda crescente e preços em alta.
"O mundo inteiro deixou de ter estoques. Estamos com os mais baixos estoques mundiais de trigo e milho", afirmou, acrescentando que hoje o governo só tem um estoque recente regulador de arroz.
Segundo Mantega, o ideal é que tanto o governo como o setor privado busquem formar estoques de alimentos para evitar grandes oscilações de preços e perdas para os produtores rurais caso sua cultura apresente um momento de desestímulo nos preços.
Esse aumento possui dois reflexos imediatos. Por um lado, estimula a plantação de algumas culturas, mas, por outro, torna o mercado volátil e dificulta ações do governo, porque há reajustes de preços para o consumidor, provocando impacto nos índices de inflação.
Por determinação de Lula, as medidas estão sendo estudadas pela equipe do ministro Reinhold Stephanes (Agricultura). Elas serão implementadas pela Conab neste e no próximo mês e, depois de fevereiro de 2009, por conta de previsões de colheita.
Quanto às propostas de elevar ainda mais o superávit primário e segurar o crédito, sugeridas por economistas de fora do governo, Mantega disse que, por enquanto, não há motivos para aprofundá-las. Segundo ele, essa é a posição do presidente sobre o assunto no momento, o que "não significa que estamos parados".
Ele lembrou que as medidas já adotadas -como o aumento do superávit de 3,8% para 4,3% do PIB- "não fazem efeito imediato". Destacou, contudo, que já começam a surtir efeito, porque "a inflação e a demanda já diminuíram um pouco".
O ministro da Fazenda afirmou ainda que a ordem de Lula é para "usar do remédio na sua dose adequada, para curar o paciente, e não matá-lo". Acrescentou que o "momento requer habilidade do gestor econômico para agir na medida certa".
Lula teme exagerar na dose das medidas e derrubar o crescimento da economia no próximo ano, como ocorreu entre 2004 e 2005. A expectativa do presidente é que o país registre crescimento de 4,5% a 5% neste ano e, no próximo, atinja a casa de 4,5%.  Fonte: Agrolink.
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Governo quer produção  maior de alimentos para combater crise.
Depois de elevar os juros e o superávit primário, o governo agora pretende controlar a inflação com um incremento na produção de alimentos.  Os agricultores terão R$ 65 bilhões para financiar a próxima safra e outros R$ 13 bilhões serão destinados a produtores familiares.
As medidas farão parte de pacote agrícola a ser anunciado no início de julho/08  pelo presidente Lula. Segundo o ministro Reinhold Stephanes (Agricultura), as medidas discutidas nesta quinta-feira serão suficientes para elevar a produção de alimentos em 5%, alcançado 148 milhões de toneladas.
No ano passado, o financiamento à safra foi de R$ 58 bilhões e à agricultura familiar, de R$ 12 bilhões.
O presidente convocou a reunião para analisar uma maneira de evitar que a inflação --cuja meta é de é de 4,5% para 2008-- supere os 6,5% neste ano.
Após a reunião desta quinta, o ministro da Agricultura afirmou que serão propostas ações de curto e longo prazos com a preocupação também de não degradar o ambiente.
"Acho que está se tentando caminhar em duas linhas. Uma, com a visão a longo prazo, que é a agricultura sustentável. Procurando fortificar o pequeno agricultor. E uma segunda linha que é aumentar alimentos", afirmou.
Stephanes disse ainda que no dia 2 de julho o presidente deve anunciar em Chapecó, no interior de Santa Catarina, as medidas para estimular a agricultura familiar. As medidas de incentivo à agricultura comercial saem no dia seguinte, em solenidade no Palácio do Planalto.
Além de Stephanes, participam da reunião o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o senador Aloizio Mercadante, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) e o economista Luiz Gonzaga Beluzzo, entre outros.   Fonte: Folha
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Isopor também pode ser reciclado.
Ao ouvir falar sobre os danos causados ao ambiente pelo descarte incorreto do poliestireno expandido (EPS), popularmente conhecido como isopor,muita gente até percebe que contribui com a degradação, mas não sabe como evitá-la. Afinal, o isopor está hoje associado a um número cada vez maior de hábitos de consumo: das bandejas de padarias e supermercados às embalagens de proteção e até peças da construção civil.
Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens trazidos do exterior. Mas, ao contrário da crença espalhada no país, o EPS é totalmente reciclável e já existem algumas empresas no Brasil que o reutilizam.
O presidente da Abrapex, Albano Schmidt, conta que metade da produção nacional de isopor é usada na construção civil e fica incorporada à obra, mas o restante poderia ser transformado. "Não temos dados concretos sobre a quantidade de EPS reciclado, mas estimamos que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado", afirma.
Os principais entraves para que o produto não acabe flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros sanitários são a falta de conscientização da população - que coloca o material no lixo comum - e as características físicas do isopor - leve e volumoso -, que dificultam seu armazenamento e transporte.
Apesar das dificuldades, há quem já esteja trabalhando com o reaproveitamento do isopor. A cooperativa paulistana Coopervivabem começou a recolher e a vender o EPS em janeiro de 2007 e hoje funciona como um ponto de coleta para as outras cooperativas de reciclagem da cidade: ela compra o produto sujo, faz a remoção de fitas adesivas, papéis,grampos e outros materiais e o revende. "Antes o isopor não tinha finalidade nenhuma, ia parar no lixo. Agora, já tem valor comercial que torna a coleta viável", diz Elma de Oliveira Miranda, tesoureira da Coopervivabem.
O valor aque Elma se refere, no entanto, ainda é baixo se comparado com materiais mais caros, como o alumínio ou as garrafas PET. Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40, R$ 3 a menos do que o quilo do alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET.
Mesmo assim, Elma e os outros 63 cooperados animam-se com a perspectiva de complementar a renda. No primeiro mês da ação, foram recolhidos1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de 4.273 quilos por mês."Aconselhamos a população a sempre enviar o EPS para a reciclagem. Se o ponto de coleta não tiver um recipiente próprio, é só colocar junto com os plásticos",declara.
Depois de limpo, o isopor da Coopervivabem é encaminhado para a Pró-Eco, única recicladora totalmente dedicada ao EPS no Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume. "Nos baseamos em uma tecnologia coreana para desenvolver uma máquina portátil, de apenas um metro quadrado, que viabiliza o transporte e o armazenamento do isopor", afirma Daniel Cardoso Fernandes,gerente de produção da empresa.
Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos,cabides e réguas.
Fernandes explica que a Pró-Eco tem capacidade para processar 600 toneladas de isopor mensalmente, mas que até agora só conseguiu transformar 100 toneladas por mês. Os motivos para a ociosidade da indústria,segundo ele, são a pouca conscientização da população e das empresas geradoras de embalagens de EPS, além da dificuldade logística causada pelo grande volume e pouco peso do produto. "A situação precisa mudar. Nos aterros sanitários, por exemplo, o isopor funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a expulsão dos gases resultantes da decomposição", alerta.
Além do processo feito pela Pró-Eco, existem ainda outras formas de reciclagem mecânica- que reintroduz o material triturado em novas peças de EPS, especialmente em blocos para construção - e de reciclagem química, que dissolve o produto para a fabricação de colas, solventes, solados de calçados e outros.
Outras medidas adotadas para mudar a situação do isopor no pós-consumo são as parcerias fechadas entre a Abrapex e grandes redes varejistas para que cada uma delas funcione como ponto de recebimento do EPS levado pela população. De acordo com Schmidt, a ação ainda é tímida e apenas algumas unidades de marcas conhecidas pela população, como Wal-Mart, Magazine Luiza, Ponto Frio e Casas Bahia, já aderiram ao programa.
A associação também vem trabalhando junto aprefeituras que têm coleta seletiva, para conscientizar tanto as administrações quanto a população sobre o destino adequado do isopor.
Para saber onde deixar o EPS na sua cidade ou bairro, entre em contato com a secretaria responsável pela coleta seletiva de sua prefeitura ou com a Abrapex, pelo site www.abrapex.com.br ou pelo e-mail eps@abrapex.com.br. Na cidade de São Paulo, é possível obter informações pelo Alô Limpeza, no telefone 156.  Fonte:Uol.
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Consumidor paga mais por alimentos devido aos impostos.
Um levantamento feito por tributaristas revelou o quanto o brasileiro paga, de impostos, na hora de comprar produtos essenciais. Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), no Brasil, os impostos somam em média 22,5% do preço de alimentos, bem mais que na Inglaterra ou nos Estados Unidos, por exemplo.
Cada alimento tem embutido no preço, segundo o instituto, no mínimo seis impostos: PIS, Cofins, ICMS, IPI, contribuição previdenciária, imposto de renda e contribuição social sobre o lucro.
A aposentada Otília Gomes de Paula sabe que quando faz compras paga para o governo. “Em tudo tem imposto. No caso do feijão, em média 15% do que o consumidor paga são impostos. “Eu acho alto”, diz a aposentada.
O impacto ainda maior sobre outros alimentos. Na carne bovina, 17% do preço são impostos; nos ovos de galinha, 20% e biscoitos, 37%.
A farmacêutica Márcia Correira queria os valores na embalagem. “Porque aí o consumidor saberia exatamente o que ele está comprando e o que ele está pagando”, diz.
O consumidor pode até não ser informado detalhadamente sobre o que está pagando. Mas o governo sabe que os tributos pesam no custo dos alimentos, tanto que com a ameaça da inflação, anunciou: vai reduzir impostos que incidem sobre o pãozinho para compensar os aumentos de preço.
O dono de supermercados acha insuficiente. “Quem dera que fosse só a inflação, há um aumento brutal da carga tributária hoje em dia”, afirma o empresário Artur Gandini Silva.

Segundo o tributarista Gabriel Amarante, a Constituição já prevê a redução dos tributos sobre produtos considerados essenciais. “Mas isso não é observado. Por isso, no final das contas, o consumidor que tem um produto extremamente essencial que é a comida, arroz, feijão, açúcar, paga um tributo muito alto.”
“Eu acho que se o governo limitasse o imposto a gente conseguiria muito mais coisas”, afirma a cabeleireira Aparecida Carvalho.
“Essa renda que sobraria um pouquinho a mais pro trabalhador eu poderia estar investindo em outra coisa, no caso, outro produto, levando até mais mercadoria e aqueceria muito mais a economia do país”, diz o vendedor David Marcos.  Fonte: O Globo.

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Crise de alimentos fará do Brasil "celeiro do mundo", diz especialistas.
A crise alimentícia que tem trazido preocupação ao mundo mostra-se uma boa oportunidade para o crescimento do agronegócio brasileiro.
Segundo especialistas em economia agrária ouvidos pelo G1, o país é uma das nações mais preparadas para suprir a atual escassez de alimentos – ganhando mercados e lucros para seus agricultores no processo.
“Somos o principal beneficiário dessa conjuntura”, afirma Marcos Fava Neves, professor de estratégia do curso de Administração da USP.
“Hoje, já somos líderes mundiais na produção de diversos produtos agrícolas, como carne bovina, suco de laranja e soja. Amanhã, o Brasil poderá ser o celeiro do mundo, a solução do problema da inflação dos alimentos”, proclama.
"Estamos vindo de uma safra muito boa, rentável ao produtor, com muito investimento em tecnologia. Isso implica aumento de produtividade e dá uma boa perspectiva", confirma Ana Laura Menegatti, analista da consultoria MB Agro.
A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que, neste ano (2008), a safra atinja um recorde de 142,03 milhões de toneladas de grãos colhidos. Esse volume representa um crescimento de mais de 120% em apenas dez anos – a safra 1997/1998 foi de 76,558 milhões de toneladas de grãos.
Ainda assim, as perspectivas são de forte incremento da produção. O país tem cerca de 400 milhões de hectares de terras aráveis. Desse espaço, apenas cerca de 60 milhões de hectares são hoje destinados à agricultura.
"Entre os grandes produtores, o Brasil é o que tem mais área potencialmente arável. Pode crescer tanto por incorporação dessas áreas, onde o país tem vantagem, como por aumento de produtividade. O Brasil pode se destacar em agricultura", diz Ana Laura.
Segundo Fava Neves, o potencial de crescimento da agricultura brasileira é amplo. “Temos 120 milhões de hectares que podem ser incorporados à produção agrícola sem qualquer dano ambiental. Temos também um clima muito favorável para a agricultura e água abundante – um recurso cada vez mais escasso no mundo hoje”, lista.
Além disso, também há o interesse dos investidores externos pelo Brasil. “Somos hoje o mercado para o qual os investidores mais olham. Temos uma quantidade enorme de investidores que querem colocar dinheiro na nossa agricultura”, diz o professor da USP.
Segundo ele, cerca de 4 m
ilhões de hectares dos campos agrícolas brasileiros já são de propriedade de grupos estrangeiros.
Nos últimos dez anos, a área plantada no Brasil cresceu pouco menos de 35%. Nesse período, a produtividade cresceu de 2.187 quilos por hectare, na safra de 1997/1998, para uma previsão 3.026 dez anos depois – uma mostra do aumento do uso da tecnologia nas culturas.
"O agronegócio vem passando por intenso processo de profissionalização, que é intimamente ligado à melhoria de produtividade", diz a analista da MB Agro. A tecnologia usada nas lavouras de soja, por exemplo, é considerada de ponta, permitindo produtividade tão boa quanto a norte-americana.
“Temos espaço, clima e tecnologia. Acredito que, se fizermos todo o trabalho certo, poderemos dobrar nossa produção agrícola e triplicar as exportações do agronégócio (hoje na casa de US$ 50 bilhões anuais) no período de cinco a oito anos”, prevê Fava Neves.
Os especialistas entendem que a melhor perspectiva de crescimento para o agronegócio brasileiro está na substituição de pastagens pela lavoura. A área destinada a pastagens é três vezes a utilizada pela agricultura. "Nossa pecuária é extensiva. Se for intensificada, libera mais áreas para plantio de grãos, sem redução de nenhum dos dois produtos", diz Ana Laura.
Uma parte considerável dessas pastagens hoje se encontra em processo de degradação, por falta de manejo adequado, sem capacidade de produzir forragem suficiente para suportar uma quantidade razoável de animais.
"Podemos introduzir algumas tecnologias que permitam recuperação dessas áreas, e seria possível produzir mais bovinos em área menor, destinando uma parte dessa área para produção de grãos, alimentos", diz Kepler Euclides Filho, engenheiro agrônomo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
"A gente sabe que tem área que está sendo usada abaixo do seu potencial produtivo. Então, nosso crescimento não implica necessariamente plantar onde não pode, mas fazer um melhor aproveitamento dos recursos já disponíveis", concorda Ana Laura.
A preocupação dos organismos internacionais, no entanto, é que esse crescimento não seja suficiente. Em 2006, puxada pela melhora das condições de vida nos países em desenvolvimento – especialmente China e Índia -, a demanda mundial dos principais grãos ultrapassou a produção.
O caso mais emblemático é o do milho. O consumo mundial de quase 722 milhões de toneladas do produto no ano superou as 689 milhões de toneladas produzidas – e reduziu os estoques globais em cerca de 27%. O fato de cerca de 30% da produção americana de milho ter sido desviada para a fabricação de etanol também teria pesado nessa conta, de acordo com os especialistas. O mundo também produziu menos soja, arroz e trigo do que foi consumido.
E o mercado interno brasileiro, pode ser afetado por essa inflação mundial? Dificilmente, segundo Fava Neves. “Nossa produção ainda é muito superior à demanda nacional”, afirma. No entanto, ele ressalva que a situação pode ser diferente para alguns produtos nos quais o Brasil é dependente do mercado externo – em especial o trigo, commoditie na qual o país é um dos maiores importadores do mundo.
Para conseguir alcançar esse cenário positivo, no entanto, é preciso que o país supere uma série de barreiras.
“É preciso romper as travas administrativas e ideológicas do governo para que dinheiro de fora entre logo aqui, para resolver nossos problemas de logística e infra-estrutura”, diz Fava Neves.
Segundo ele, o principal problema nacional seria o “péssimo” estado em que se encontram portos e estradas. Essa degradação causaria a perda de uma fração considerável da produção ao longo do caminho até os consumidores, sejam do Brasil ou do exterior.
"A infra-estrutura, sem dúvida, ainda é um grande gargalo que tem que ser resolvido no futuro próximo se a gente deseja ser o celeiro do mundo", concorda Ana Laura, da MB Agro. "Tem regiões no Mato Grosso, por exemplo, onde por causa do custo ainda não compensa produzir", relata.
Os altos preços dos insumos agrícolas também freiam a expansão da produção. O Brasil ainda importa cerca de 80% dos fertilizantes que usa – e os preços vêm batendo recordes mês após mês. “Se aumentar muito nossa produção, pode faltar fertilizante”, adverte o professor da USP.  Fonte: O Globo.
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Gripes surgem na Ásia e terminam na América do Sul.

Ela surge na Ásia, foge para a Europa e a América do Norte e some na América do Sul nove meses depois. Essa é a história de vida e morte da gripe, que se repete ano após ano, segundo pesquisa que a ser publicada na próxima edição da revista especializada Science (www.sciencemag org).
Novos subtipos do influenza, o vírus da gripe, aparecem no leste e no sudeste da Ásia e, de lá, tomam o restante do mundo, indica a análise de 13 mil amostras de um deles, o H3N2, obtidas entre 2002 e 2007 nos cinco continentes. O H3N2 é o influenza mais comum encontrado hoje, com algumas variações.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe mata de 250 mil a 500 mil pessoas por ano. Os pesquisadores, liderados pelo professor Colin Russell, da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, esperam que o trabalho ajude autoridades sanitárias a atualizar a vacina para o subtipo vigente no período. Além disso, para conter os vírus mais agressivos, como o que causa a gripe aviária, é preciso focar esforços onde ele surge.
Como o vírus evolui rapidamente, é preciso adaptar a estratégia de combate com a mesma velocidade. "Se queremos prever o que virá em um ano, devemos prestar atenção ao que está acontecendo no leste e no sudeste da Ásia", diz Derek Smith, também de Cambridge, que participou do estudo.
A Europa e a América do Norte são atingidas primeiro porque existem várias linhas aéreas que as conectam com a Ásia - menos do que com a América do Sul. Quando atinge, afinal, esse continente, o restante do planeta já foi exposto e está imunizado. Já a África não aparece no estudo porque não existe ali acompanhamento sistemático da doença, diz Russell.
O grupo buscou ligeiras alterações em uma proteína no invólucro do vírus. Essa pequena mudança (que dá origem aos subtipos) é suficiente para o influenza driblar o sistema imunológico e adoecer uma pessoa.
Dessa forma, os cientistas determinaram quando e onde o H3N2 atual surgiu e como ele se espalhou pelo globo. A boa notícia é que, fora do berço, ele começou a perder força. "Uma vez que os vírus deixam a Ásia, eles estão a caminho da cova evolucionária", afirma Smith.
A análise também mostrou que a gripe é uma doença tipicamente de inverno na maior parte dos países, mas em algumas regiões asiáticas ele está constantemente circulando. "O que vemos são vírus passando de epidemia em epidemia como em uma corrida de revezamento", explica Russel.
Isso porque, em áreas tropicais, o influenza prefere a estação chuvosa. Quando a condição climática encontra nações muito populosas e próximas, a gripe nunca some. "No leste e no sudeste da Ásia, há grande variabilidade na estação chuvosa", diz Russel "Bangcoc e Kuala Lumpur estão separadas a apenas 1.100 quilômetros, mas as epidemias de gripe são registradas em épocas do ano completamente diferentes."
A equipe não detalha quais são os países que servem de incubadora. A OMS e os Estados Unidos tentam descobrir. "Temos aumentado a vigilância nessa área o mais rápido possível", diz Michael Shaw, do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos. "Ao menos, (agora) sabemos qual parte do mundo vasculhar e o provável período do ano."
A maioria das nações asiáticas mantém algum tipo de monitoramento da gripe. Porém, algumas delas, como Camboja e Laos, precisam investir mais.
Outro trabalho, publicado na revista Nature (www.nature.com), mostra que regiões tropicais são a fonte da gripe - que migra para regiões temperadas no inverno, para morrer no verão. "A geografia é importante no contexto da vacinação", afirma Edward Holmes, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Fonte: Agrolink
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Estudo do governo reafirma capacidade do Brasil de suprir demanda.
Um estudo preparado pela área de gestão estratégica do Ministério da Agricultura, com projeções até 2050, mostra que a agricultura brasileira terá condições de produzir alimentos e biocombustíveis em um volume necessário à atender a demanda. No caso do milho, as projeções indicam produção de 64,1 milhões de toneladas, contra consumo de 48,6 milhões de toneladas. "Esses resultados indicam que o País poderá atender seu quadro de suprimentos de modo a garantir o abastecimento do mercado interno e obter excedentes para exportação de 12 milhões de toneladas em 2017/18", avaliaram os técnicos do ministério. Em 2007, a exportação foi de 10 milhões de toneladas.  Fonte:Cereais - Hencorp Commcor.
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Especialista diz que Brasil está preparado para epidemia de gripe aviária.
A possibilidade de uma pandemia de gripe aviária já foi noticiada muitas vezes, no entanto, é impossível traçar previsões para o assunto. A doença, que até a última contagem da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) divulgada em abril do ano passado, fez 291 vítimas, das quais 172 fatais, é uma variação de gripe transmitida por pássaros migratórios.
E se, como acontece atualmente com a dengue, várias pessoas apresentassem os sinais de contaminação pelo vírus da gripe aviária (H5N1), o país estaria preparado? Para o especialista da UnB em infecção pulmonar, Ricardo de Melo Martins, sim.
Ele atuou como consultor na criação do Plano Nacional de Contenção da possível pandemia e considera que o país está com condições de identificá-lo, inclusive, se o primeiro caso ocorrer longe dos centros urbanos.
A doença é transmitida primeiro para aves domésticas, que infectam as pessoas. O risco de pandemina está no fato de o vírus transmissor (H5N1) poder ser transmitido de pessoa a pessoa. Por causa do risco de pandemia, a Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou aos países que se preparassem, criando planos de contenção.
“O Plano brasileiro está ligado aos planos dos demais países e, ao menor sinal de transmissão inter-humana do quadro de gripe, as sinalizações são desencadeadas e passa-se a atuar de maneira preventiva e conjunta. Dentro do plano existem os laboratórios satélites, ou seja, localizados em diversas regiões do país, identificando, quando ocorre algum surto, pessoas que podem estar acometidas pela gripe aviária”, detalhou Martins.
Até o fim de 2005, o Ministério da Saúde mantinha 46 “unidades sentinelas”, localizadas em regiões por onde passam as aves migratórias. Segundo o especialista é necessário que algumas pessoas sejam identificadas com o vírus para a produção de uma vacina ou medicamentos capazes de imunizar a população.
“É uma gripe, como nós estamos acostumados a ver, só que com uma intensidade maior, porque nós não temos anticorpos para esse novo vírus. Para que a gente desenvolva a defesa contra esse vírus é preciso que algumas pessoas desenvolvam a doença, e, com o correr do tempo, a população passa a ter uma imunização”, relatou.
Depois que o vírus for identificado em um laboratório satélite, todos os outros são acionados. Segundo Martins, neste ano foi inaugurada uma fábrica no Instituto Butantã (em São Paulo), com capacidade de elaborar vacina no menor espaço de tempo possível – embora isso possa representar meses. Por enquanto, na esfera da prevenção, ele considera que a situação está controlada.
“A questão é que nós não sabemos qual será a estrutura do vírus quando ele tiver a capacidade de fazer a contaminação inter-humana. Como o vírus tem grande capacidade de mudar, só no momento em que isso ocorrer é que nós vamos ter conhecimento suficiente para fabricar a vacina contra o vírus capaz de fazer a contaminação inter-humana”, acrescentou.
A Opas organizou em seu site uma compilação de dados sobre a gripe aviária. É possível ler recomendações para a população, como estão os estudos para a vacina, a contagem dos casos e ler perguntas e respostas. O Plano Nacional de Contenção da possível pandemia está no site do Ministério da Saúde.  Fonte: Agrolink.
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Oposição Européia ameaça projeto brasileiro do etanol.
A crescente oposição na Europa ao uso mais amplo do etanol já preocupa autoridades brasileiras."A mudança de humor da Europa em relação ao etanol é muito séria", disse um diplomata brasileiro. A Alemanha voltou atrás, na sexta-feira(04/04/08), da sua decisão de dobrar para 10% a mistura de etanol à gasolina. Na quinta, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, acusou Brasil e EUA de dumping de biocombustíveis. Em março, o Reino Unido retirou o financiamento a um programa de etanol. Teme-se que os biocombustíveis estimulem a devastação de florestas e contribuam pra elevar os preços das commodities agrícolas. Fonte:
Cereais - Hencorp Commcor.
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Ovo: velho vilão ou novo mocinho ?
A revista Cláudia do mês de Abril/08 traz uma reportagem novamente falando bem do OVO.  Para acessar o site da revista e ver a reportagem na íntegra: www.claudia.abril.com.br
Segue abaixo uma parte da reportagem:

 

Velhos vilões ou novos mocinhos?
A última palavra da ciência sobre o ovo, a gordura, o sal, o açúcar, a carne vermelha, o café e o chocolate.

Numa crônica publicada em 1997, o escritor João Ubaldo Ribeiro desabafou, com seu tom irônico e impagável: “Não agüento mais de culpa, acusado de suicidar-me a cada instante”. O texto falava sobre alimentos que lhe rendiam prazeres, mas que estavam condenados, como a manteiga: “Deve ser incluída nas listas de drogas proibidas, juntamente com cocaína e heroína”. Sobre o café: “Causa males recentemente descobertos por um laboratório de Glasgow ou Amsterdã ou Jacarta, que poderão deixar o freguês abestalhado, tarado, astênico ou hiperexcitável a ponto de matar a família e ir ao cinema”. Referia-se à carne: “É caso de se embuçar para ir a uma churrascaria”. Para o ovo reservava um suspiro de adeus: “E uma omeletezinha? E ovos estrelados, daqueles reluzentes como o sol, que a gente encarava com requintes de esfregadinhas de pão na gema? Com  presunto? Com bacon? Livrai-nos, Senhor, de todas essas pragas infernais”.
O tempo passou e as gostosuras citadas pelo escritor baiano saíram da lista negra e reconquistaram lugar à mesa. A tônica da nutrição, agora, é desaconselhar cortes radicais. “Não existe alimento vilão, mas consumo vilão”, diz o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe de nutrição clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Com bom senso, esses prazeres podem, sim, compor os melhores cardápios.
VILÃO - Em 1973, a Associação Americana do Coração limitou o colesterol a 300 miligramas por dia por causar distúrbios cardiovasculares. Como uma gema tem 215 miligramas, o ovo foi considerado uma bomba.
MOCINHO - Pesquisas dos anos 90 o absolveram. Especialistas da Universidade Harvard provaram que o consumo diário não eleva a incidência de infartos e derrames. Mais de 100 estudos o inocentaram. “O ovo é fonte de proteína de alto valor biológico, vitaminas do complexo A, B, D, E e K e de micronutrientes como colina, fundamental para a memória e o aprendizado e talvez tão importante quanto o ácido fólico para a formação do sistema nervoso fetal”, diz Ana Beatriz Leme da Fonseca, da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.
ÚLTIMA PALAVRA - Ovos no café-da-manhã podem ajudar a emagrecer. Uma equipe da Universidade Estadual da Louisiana comparou mulheres em dieta. Metade fazia o desjejum com torradas. A outra consumia ovos mexidos. A perda de peso foi 65% maior no grupo dos ovos.Um ovo por dia se a dieta é balanceada e o colesterol normal. Com taxas altas, três por semana.
QUANTIDADE - Um ovo por dia se a dieta é balanceada e o colesterol normal. Com taxas altas, três por semana.
Fonte: Revista Cláudia (Editora Abril)
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Homem, pato e arroz tem papel-chave nos surtos de gripe aviária.
Triangulação feita c
om dados de satélite permitiu que cientistas entendessem o problema.
Intenção é usar novo mapa da doença para controlar surtos antes que eles aumentem.
Os seres humanos, os patos e os arrozais, muito mais do que os frangos, figuram entre os principais vetores de transmissão da gripe das aves, segundo as últimas descobertas científicas divulgadas na quarta-feira (26/03) pela Agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Segundo os especialistas da FAO, com base nas pesquisas de centros associados, o número de patos e pessoas e o tamanho dos arrozais são os fatores mais significativos para a propagação do vírus. Os pesquisadores se baseiam principalmente nos dados de diversas ondas de gripe aviária altamente patogênica ocorridas na Tailândia e no Vietnã, entre o início de 2004 e o final de 2005.
As pesquisas foram possíveis graças ao uso de mapas feitos por satélites do cultivo de arrozais levando em conta o tempo, a intensidade do cultivo e os lugares de criação de patos. "A intersecção entre esses dados, junto com a cronologia dos surtos da doença, ajudou os cientistas a assinalar com exatidão as situações críticas no momento em que o risco do vírus H5N1 era maior", afirma a FAO.
A entidade estima que aproximadamente 90% dos 1,044 bilhão de patos domésticos do mundo se encontram na Ásia. Na China e no Vietnã se concentram a maior parte dessas aves, com 775 milhões, cerca de 75%. Na Tailândia, há 11 milhões de patos.
A FAO propôs intervenções baseadas no conhecimento dos lugares de risco e os calendários locais de cultivo de arroz e criação de patos, com o objetivo de orientar a luta contra a doença e evitar vacinações em massa indiscriminadas.  Fonte: O Globo.
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Galinha põe ovo de 250 gramas na Bahia e bate recorde mundial.
A cidade de Simões Filho, na Bahia, pode virar a detentora de um recorde no Guinness, o livro dos recordes, por ter o maior ovo de galinha do mundo, informou a agência Futura.
O morador do município Genivaldo dos Santos exibiu no dia 11/03/08 para a imprensa um ovo posto por sua galinha. O detalhe é que o ovo tem nada menos do que 250 gramas.
De acordo com o Guinness, o maior ovo de galinha do mundo era cubano e pesava cerca de 148 gramas. Ou seja, o ovo bahiano superou o cubano por mais de 100 gramas. Fonte: Terra.com.br
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O que eleva os níveis do colesterol ?
Reportagem interessante do Jornal Hoje da Rede Globo enviada pelo produtor goiano Altino Loyola.
"Aos 42 anos, Rockfeller se recupera do terceiro infarto – os três provocados pela alta taxa de colesterol no sangue. “É difícil mudar, porque você tem vontade de comer as coisas”, justifica.

O colesterol é uma gordura produzida pelo fígado para auxiliar na absorção dos alimentos. Há o bom colesterol, que é obtido com o consumo de azeite, nozes e peixe – é o tipo HDL, que deve estar acima de 35 miligramas por litro de sangue numa pessoa adulta; já o mau colesterol é produzido por frituras e gorduras saturadas, como as encontradas em manteigas e chocolates. O mau colesterol é chamado LDL e não deve ser superior a 130 miligramas por litro de sangue numa pessoa adulta com até 30 anos. A soma dos dois é o colesterol total, que deve ser de até 200 miligramas. Os principais problemas provocados pelos altos níveis de colesterol no sangue são cardíacos. “O principal fator do desequilíbrio é a questão genética, a herança da pessoa. Mas o estilo de vida piora essa predisposição familiar; uma alimentação com grande conteúdo de gordura aumenta o risco de a pessoa ter doença cardiovascular, infarto, AVC, derrames”, explica a nutróloga Lenita Zajdenverg, Se as frituras e gorduras já são uma tentação para os adultos, imagine para os mais jovens. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, 8% dos brasileiros com até 24 anos têm colesterol alto – entre eles, muitas crianças. Gabriela Maciel tem 8 anos de idade e dois de dieta; aos 6, num exame de rotina, descobriu que tinha colesterol alto. Mas a garota não se afastou totalmente dos alimentos proibidos: “Eu levava o meu lanche pra escola, mas olhava os colegas comerem os biscoitos que eu gosto e pedia um”, conta. O cardiologista Marco Antônio de Mattos e a nutricionista Virgínia Barroso do Nascimento são os convidados do Jornal Hoje para tirar dúvidas dos telespectadores. Confira a seguir:

Uma telespectadora de 19 anos tem o colesterol mau muito alto: 280 miligramas. Ela diz que já fez dieta e não adiantou. É indicado tratamento com remédios para uma pessoa tão jovem?
Marco Antônio de Mattos: Nesse caso sim, porque o colesterol dela está muito elevado e ela já tentou a dieta. Mas ela não pode esquecer que, junto com a medicação, tem que manter a dieta e fazer exercício físico e aeróbico regularmente.

Algum alimento ajuda a baixar o colesterol, como o suco de berinjela?
Virgínia Barroso do Nascimento: O suco de berinjela é mito. O que ajuda a baixar o colesterol é aumentar a quantidade de alimentos que não são fontes de colesterol – dentre eles está a berinjela, como todos os outros vegetais. Tem que se comer menos fontes de colesterol, como carnes e frituras.

O colesterol pode estar ligado ao fator emocional?
Marco Antônio de Mattos: O colesterol não tem qualquer ligação com o fator emocional; ele está relacionado à genética e a fatores ambientais.

No caso de crianças com colesterol, como fazê-las entrar na dieta?
Virgínia Barroso do Nascimento: No caso das crianças, a dieta tem que ser atrativa. É bom que se ofereça, por exemplo, uma batata com o corte da batata frita, mas que tenha sido feita no forno; se a batata tiver sido congelada antes e depois assada, ela fica crocante. E deve-se oferecer também os vegetais junto com a batata frita.

Cigarro aumenta o nível de colesterol?
Marco Antônio de Mattos: Mantido a longo prazo, o cigarro leva a uma redução do HDL, que é o colesterol bom. Só que o cigarro é um dos principais fatores de risco para doenças do coração, e aí o mais importante é o risco do infarto. Quer dizer, tem que parar de fumar de qualquer jeito.

O ovo é mesmo um vilão do colesterol ou depende só da maneira como é preparado?
Virgínia Barroso do Nascimento: Não é vilão, nos últimos tempos temos feito questão de dizer isso. Há de se ressuscitar o papel do ovo como fonte de proteína. Mas ele deve ser preparado sempre sem gordura; o tradicional ovo frito, com grande quantidade de gordura, é perigoso para o colesterol.

Usar remédio para colesterol por muito tempo traz algum efeito colateral?
Marco Antônio de Mattos: Qualquer remédio pode dar efeito colateral, só que eles são mais freqüentes nos primeiros 30 dias de sua utilização. A pessoa deve prestar atenção e conversar com seu médico.

Quais escolhas são boas para quem vai a uma churrascaria? Quantas vezes por semana pode-se comer carne vermelha?
Virgínia Barroso do Nascimento: Depende da idade da pessoa, mas, em geral, o adequado são duas vezes por semana para cada tipo de alimento animal – carne bovina, ave e peixe – e uma vez por semana para o ovo."
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Atenção OVOS BRASIL para esta notícia: "Campanha aumenta venda de carne suína em supermercados".

O primeiro passo para a divulgação da carne suína foi dado há cerca de um ano. A ABCS lançou uma campanha nacional de marketing chamada de “Um novo olhar sobre a carne suína”. Segundo Fernando Barros, uma das ações para tentar transformar essa realidade no Brasil é o desenvolvimento dos novos cortes. Em parceria com o Centro de Tecnologia da Carne, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (CTC/ITAL), a ABCS criou 57 cortes diferentes para apresentação ao consumidor final.
Para a ABCS, o produto atualmente não está preparado para atender ao consumidor, a carne é vendida de uma forma antiga, com peças grandes e gordura. Barros explica que, para facilitar a compreensão dos clientes e tornar a comercialização mais fácil, a ABCS chegou a cinco seções de cortes finais: magros, forno, cortes universais, grill e churrasco. Além disso, foram criadas 27 receitas especiais e de fácil preparo para cada uma das seções. A intenção é garantir e oferecer praticidade no manuseio dos novos cortes. “Ninguém vai chegar em casa à noite e preparar um pernil. Mas pode fazer uma receita que leve carne moída suína, por exemplo”, diz.
O objetivo da campanha é conseguir, em cinco anos, o aumento do consumo nacional do produto para 17 quilos per capita. Ou seja, 1 quilo a mais por ano. Para isso, a ABCS viaja por todo o País e oferece treinamento para equipes de varejo. Além disso, firma parcerias com grandes redes de supermercados, incentivando a venda do produto nas gôndolas. A ação tem dado certo. “Nos supermercados nos quais trabalhamos, conseguimos elevar a venda dos suínos em pelo menos 50%”, conta Barros.
Há algumas décadas, qualquer tipo de cozimento ou fritura era feito com a chamada ‘banha de porco’. O costume foi alterado aos poucos, primeiro nas grandes cidades e depois no interior. A ‘banha de porco’ foi substituída pelos óleos vegetais.
Segundo explica Fernando Barros, diretor de marketing da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), foi uma campanha publicitária para alavancar o uso dos óleos vegetais a fonte de todo o preconceito que existe em relação à carne suína no Brasil. “Em 1955, uma grande multinacional espalhou a informação por uma rádio de que a ‘banha de porco’ era prejudicial à saúde, que matava. A mensagem acabou passando para a carne suína também”, conta.  Fonte: Agrolink.

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Vacina contra gripe aviária é mais eficaz com água e óleo.
A combinação da vacina contra a
gripe aviária com uma emulsão de óleo em água faz o corpo produzir até seis vezes mais anticorpos contra o vírus da doença que a aplicação isolada daquela, segundo um estudo publ
icado pela revista médica "The Lancet".
Uma equipe dirigida pelo professor Geert Leroux-Roels, do Centro de Vacinologia do Hospital Universitário de Gante (Bélgica), propõe uma estratégia que permitiria que muito mais pessoas fossem vacinadas em caso de uma pandemia.

A cepa H5N1 do vírus da gripe aviária, que seria a responsável por uma pandemia da doença, contém um subtipo de antígeno (H5) que, de modo geral, enfraquece a resposta imunológica dos seres humanos.
Em razão disso, a tradicional estratégia de administrar uma só dose de vacina contra a gripe muito provavelmente não seria suficiente para imunizar o vacinado. A equipe belga propôs, então, o emprego de um método que
requeira menos antígenos -- moléculas que estimulam a formação de anticorpos -- por dose.
Em seu estudo, os pesquisadores avaliaram a reação de oito grupos de 50 voluntários com entre 18 e 60
anos. A eles foram administradas quatro doses do citado antígeno - com 3.8, 7.5, 15 e 30 miligramas de hemaglutinina cada uma -, com e sem a emulsão de óleo em água.
Em seguida, foram recolhidas amostras de sangue para a análise das respostas imunológicas. Ficou comprovado que, com a utilização das emulsões, foi obtida uma resposta imunogênica muito superior à registrada quando o antígeno foi administrado sem o suplemento.

Segundo os cientistas, a dose de 3.8 miligramas da vacina com emulsão induz, em três de cada quatro indivíduos estudados, uma resposta imunológica seis vezes superior à estimulada pela mesma dose sem esse suplemento.
Isso significa, de acordo com os pesquisadores, que muitos antígenos poderiam ser poupados e, conseqüentemente, mais pessoas poderiam ser vacinadas. Os resultados obtidos indicam ainda que a vacina com emulsão poderia ser administrada antes da explosão de uma eventual pandemia de gripe aviária, o que minimizaria seus efeitos negat
ivos.  Fonte: O Globo.
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Para refletir: Valorizar mais a LUCRATIVIDADE do que o VOLUME.
Ao comentar  para o jornal Valor Econômico os resultados da empresa no primeiro semestre de 2003 – lucro líquido de R$ 13,274 milhões – o vice-presidente financeiro da Perdigão, Wang Wei  Chang, observava que, frente a um mercado visivelmente desaquecido, uma das estratégias adotadas foi “valorizar mais a lucratividade do que o volume”.  Assim, o volume de carne comercializado domesticamente teve queda de 12,4% .  Mesmo assim, a receita cresceu 18,9%.
Um industrial paulista comentava, que “tão sábias palavras são um sinal de que ainda existe vida inteligente na avicultura”.
  E esclarecia:
“Até agora, a maior parte das grandes e médias empresas tinham olhos, somente, para o “market-share”.  Pouco importavam os resultados financeiros.  O que interessava era dar uma “mordidinha na clientela do concorrente” e aumentar a participação no bolo.   E DAÍ ??  De que tem adiantado deter 1% ou 2% a mais do mercado se os prejuízos vêm crescendo exponencialmente?”
“O triste é constatar que esse “vício” anda tão enraizado que todos o cometemos sem nos dar conta disso.  Pior ainda, no entanto, é que ele há tempos impede o setor de adequar sua produção àquilo que o mercado realmente comporta.  Vamos reduzir a produção? – pergunta-se.  E a  resposta é um “ah, não posso perder meu market-share”.
“É estimulante saber que uma grande empresa do setor avícola  adotou uma estratégia esperada de todo empreendimento comercial, independente de qual seja o seu porte: VALORIZAR O LUCRO E NÃO O VOLUME.  Quem sabe ela sirva de exemplo para todos os demais.  Se isso ocorrer, com certeza voltaremos novamente a ter lucro”.

Obs: este texto serve de grande exemplo para o atual momento (agos/2007) que a avicultura de postura está vivendo.

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Estudo: ovo reduz peso e não aumenta colesterol.
Além de serem um ingrediente crucial de uma dieta saudável, os ovos ajudam a perder peso, de acordo com vários estudos divulgados na quarta-feira(02/05/07), durante uma reunião de biologia experimental em Washington. Um dos estudos também derruba a idéia de que o consumo de ovos aumenta o colesterol e as gorduras saturadas, que são a principal origem das doenças cardíacas.
Segundo Nikhil Dhurandhar, professor
do Departamento de Infecções e Obesidade do Centro Médico da Universidade da Louisiana, um grupo de mulheres, que consumiram dois ovos no café da manhã durante oito semanas como parte de uma dieta, perdeu 65% a mais de peso. Além disso, a redução de massa de gordura na cintura foi 83% maior. Essas mulheres mostraram mais energia do que outras, cujo café da manhã continha a mesma quantidade de calorias, mas sem ovos.
A pesquisa comparou o fator de risco dos ovos com outros, como idade, genética, hábito alimentar, tabagismo, consumo de álcool, pres
são sangüínea, obesidade, diabetes e sedentarismo. Após uma revisão "exaustiva" dos principais estudos sobre as causas das doenças cardíacas, determinou-se que os ovos contribuem com apenas 0,5% para as doenças coronárias nos homens e em 0,4% nas mulheres. Fonte: Jornal O Dia.
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Gripe aviária pode matar 07 milhões de pessoas, adverte a OMS.
Uma pandemia de gripe aviária pode contaminar até um bilhão de pessoas no mundo e matar entre duas e sete milhões delas, afirmou nesta terça-feira (24/04/07) Jean-Marc Olive, representante da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Estas estimativas se baseiam em modelos matemáticos utilizados durante as epidemias de gripe anteriores", explicou Jean-Marc Olive, representante da OMS nas Filipinas.
"A próxima pandemia poderá provocar um índice de mortalidade muito elevado em poucas semanas. Poderá gerar um bilhão de casos e entre dois e sete milhões de mortos", declarou o funcionário duarnte um foro sobre o tema, acrescentando que esse cenário pode ser evitado com adoção de medidas radicais.
A gripe aviária já deixou 172 mortos desde que ressurgiu no final de 2003, principalmente na Ásia. Os contágios ocorrem no momento entre aves de criação e o homem, mas os especialistas temem uma mutação no vírus que favoreça as transmissões entre seres humanos, o que poderá desencadear uma pandemia em escala mundial.  Fonte: Uol
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Resgate os ovos do exílio gastronômico.

Por muito tempo, ovo foi sinônimo de colesterol ruim, um grande palavrão no dicionário da alimentação saudável. "Realmente, o ovo é fonte de muito colesterol: uma unidade apresenta 214 miligramas, e a recomendação da Associação Americana do Coração (AHA) é o consumo de até 300 miligramas por dia" , explica a nutricionista Fernanda Brunacci, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem Estar, de São Paulo.(saiba mais sobre o colesterol)
Mas os estudos não param e, recentemente, o ovo acabou resgatado do exílio gastronômico. "Os especialistas concluíram que o colesterol presente no ovo contribui muito pouco para a elevação das taxas dessa gordura no sangue" , diz Fernanda. (diferencie as gorduras boas das más)
Prova disso é que a própria Associação Americana do Coração não dispõe de recomendações, limitando o consumo de ovos. Além disso, a maioria das gorduras contidas neles é do tipo monoinsaturadas, que eleva o colesterol bom (HDL) e protege o coração. "Ainda assim o bom senso é fundamental e uma boa dica é consumir mais claras do que gema. Ao fazer uma omelete, por exemplo, inclua duas claras e uma gema" , recomenda Fernanda.  (clique aqui e encontre uma dieta ideal para você)
Retirado o preconceito, as qualidades do alimento começam a ganhar atenção. "O ovo é um alimento de grande valor nutritivo. A clara é uma boa fonte de proteínas e a gema é de gorduras" , explica a nutricionista de São Paulo. Outro nutrientes também encontram abrigo na casquinha branca, a começar pelo retinol ou vitamina A, essencial para saúde dos olhos.  Quem consome uma unidade de ovo ingere 60,5 miligramas, dose gorda para ganhar visão de águia.
Por conta da família dos minerais, o ovo garante energia pela boas quantidades de fósforo; ossos fortes em razão do cálcio e um sistema imunológico protegido pela presença de ferro e zinco.
Desânimo e cansaço também não têm vez na sua rotina, com a ajuda de um bom mexido -- a combinação amarela e branca é ótima fonte de triptofano -- aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar.(acabe com o estresse).
Outra substância encontrada no alimento é a colina, um nutriente que faz o cérebro funcionar a pleno vapor e previne contra doenças degenerativas, como os males de Alzheimer e Parkinson. Uma unidade carrega cerca de 130 miligramas do nutriente, enquanto 100 gramas de salmão têm 56 miligramas.(saiba mais sobre os benefícios do salmão).
A colina também vem sendo apontada como uma aliada da gravidez. Estudos demonstram que ela atua na formação do cérebro do feto. Somando tudo isso ao preço, para lá de convidativo, de uma caixinha de ovos de galinha, não faltam bons motivos para incluir o alimento no seu menu.

 Valor calórico
1 ovo cozido: 73 calorias
1 ovo frito: 107 calorias
 
Fonte: www.minhavida.com.br
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Aquecimento deixará milhões famintos e sem água, diz estudo.
O aquecimento global fará com que milhões de pessoas passem fome por volta de 2080 e causará grave falta de água na China, na Austrália e em partes da Europa e Estados Unidos, segundo um novo estudo sobre o clima mundial.
Até o final do século, as
alterações climáticas farão com que a escassez de água afete entre 1,1 e 3,2 bilhões de pessoas, com um aumento médio de temperatura na ordem de 2 a 3 graus Celsius, segundo relatório preliminar do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática.
O texto deve ser divulgado só em abril, mas o jornal australiano The Age teve acesso a seus dados. O estudo diz ainda que outros 200 a 600 milhões de pessoas enfrentarão falta de alimentos nos 70 anos seguintes, enq
uanto inundações litorâneas podem tragar outras 7 milhões de casas.
"A mensagem é que cada região da Terra terá uma exposição [ao aquecimento]", disse Graeme Pearman, um dos responsáveis pelo relatório, na terça-feira à Reuters.
"Se você olhar para a China, como a Austrália, ambas vão perder precipitações pluviométricas consideráveis em suas áreas agrícolas", disse Pearman, ex-diretor de clima da Organização da Comunidade Científica e de Pesquisa Industrial, principal órgão australiano do setor.
Países pobres, como os da África e Bangladesh, seriam os mais afetados, por serem os menos capazes de lidarem com secas e inundações litorâneas, segundo o especialista.
O Painel Intergovernamental foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa Ambiental da ONU para orientar as políticas globais sobre o aquecimento.
O grupo deve divulgar na sexta-feira em Paris um relatório prevendo que até 2100 a temperatura média do mundo estará de 2 a 4,5C acima dos níveis pré-industriais, sendo que a estimativa mais provável é de 3C.
Esse relatório deve resumir a base científica das mudanças climáticas, enquanto o texto de abril detalhará as consequências do aquecimento e as opções para se adaptar a ele.O relatório preliminar contém um capitulo inteiro sobre a Austrália, que vive a pior seca da sua história, alertando que a Grande Barreira de Recifes se tornará "funcionalmente extinta" devido à destruição dos corais.Além disso, a neve deve sumir dos montes no sudeste do país, e o fluxo de água na bacia do rio Murray-Darling, principal área agrícola australiana, deve cair de 10 a 25 por cento até 2050.
Na Europa, os glaciais vão desaparecer dos Alpes centrais, enquanto algumas ilhas do Pacífico devem ser muito atingidas pela elevação dos mares e intensificação da freqüência das tempestades tropicais.
Num tom mais otimista, Pearman disse que ainda há muito que se pode fazer para lidar com o aquecimento. "As projeções no relatório que sai nesta semana se baseiam na pressuposição de que somos lentos em reagir e que as coisas continuam mais ou menos como no passado", afirmou.  Alguns cientistas dizem que a Austrália, o continente mais seco do mundo, sofre uma "acelerada mudança climática" em comparação com outros países.  Fonte: www.uol.com.br
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Ameaça de pandemia da gripe aviária persistirá por anos.
O mundo vai precisar de anos para eliminar a gripe aviária, e a ameaça de uma pandemia humana vai existir enquanto o vírus estiver ativo nas aves, disse na segunda-feira(22/01/07) a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan.
"Enquanto o vírus (que causa a gripe aviária, o H5N1) continuar circulando nos pássaros, a ameaça de uma pandemia vai persistir. O mundo está a anos de controlá-la no setor avícola", disse ela em um pronunciamento à diretoria executiva da organização, formada por 34 países.
Desde o ressurgimento da doença, em 2003, houve 267 casos de infecção em humanos, a maioria no Sudeste Asiático, sendo que 161 deles resultaram em mortes. Quase metade das mortes aconteceu em 2006, disse Chan.
Embora a doença continue sendo uma enfermidade animal, ela não perdeu sua virulência nas oportunidades em que conseguiu passar para os seres humanos. A taxa de mortalidade em 2006 chegou a 70 por cento, enquanto a média nos três anos é de 60 por cento.
A OMS já fez vários alertas de que o vírus, que foi detectado pela primeira vez em 1997 em Hong Kong, pode deflagrar uma pandemia global se sofrer mutações que lhe permitam ser transmitido de pessoa para pessoa. Por enquanto, todos os casos de infecção humana envolveram contato com animais infectados.
Chan, disse que é impossível prever quando, e se, essa mutação vai ocorrer.
"Os vírus da gripe são conhecidos por serem instáveis e caprichosos. É impossível prever seu comportamento", disse ela à diretoria, que se reúne duas vezes por ano. "A mensagem é simples: não podemos baixar a guarda."  Fonte www.uol.com.br

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Buraco na camada de ozônio sobre a Antârdida bate recorde em
 2006.

O buraco da camada de ozônio sobre a Antártida bateu dois recordes em 2006. O primeiro foi alcançado quando ele atingiu 29,5 milhões de km2, em setembro -- o maior registro anterior era de 29,4 milhões de km2, feito em 2000. O segundo foi o de perda total de massa de ozônio. Ao todo, quase 40 milhões de toneladas do gás foram destruídas neste ano -- 200 mil a mais que em 2000 .  
Segundo o porta-voz da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), da ONU, Mark Oliver, nunca houve tão pouco ozônio sobre a Antártida na história.
As medições foram realizadas tanto pela Nasa como pela Agência Espacial Européia (ESA), e há pequenas variações entre os valores que cada uma obteve. Segundo a Nasa, em 25 de setembro, o buraco atingiu 29,5 milhões de km2. Para a ESA, foram 28 milhões de km2.
De acordo com Oliver, os valores de 2000 e 2006 são tão próximos, que os buracos dos dois anos podem ser considerados iguais -- quase três vezes maiores que a área da China.
O que mais assustou a OMM, segundo ele, foi a forte queda no déficit de massa. 
Fonte: O Globo.
 
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A  VOLTA TRIUNFAL DO OVO
Ao longo das últimas décadas, o ovo carregou a má fama de inimigo da saúde cardiovascular. Como a gema é rica em colesterol, seu consumo foi associado ao aumento no risco de infarto e derrame. Foi necessária a revisão de mais de 200 estudos, realizados a partir da década de 80, com cerca de 8.000 pessoas, para chegar à sentença (definitiva, pelo menos até agora) de que o ovo tem mesmo substâncias potencialmente nocivas mas privar-se dele na dieta pode ser ainda mais danoso. Recentemente se descobriram três novos bons motivos para levá-lo de volta à mesa. Presente na gema, a colina é um nutriente vital para o bom funcionamento do cérebro. Além disso, o ovo é uma excelente fonte de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar. Do total de gorduras contidas em um ovo, a maioria é de monoinsaturadas – a gordura do bem, protetora do coração.
Com o ovo condenado por tanto tempo, muita gente deixou de consumir o alimento – e, junto com ele, uma série de nutrientes essenciais ao organismo. Muitos deles podem ser encontrados em outros alimentos, mas a colina, em especial, é abundante sobretudo no ovo. Uma unidade tem cerca de 130 miligramas de colina, enquanto uma posta de 100 gramas de salmão tem 56 miligramas. Recentemente, pesquisadores das universidades Harvard e da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, analisaram a dieta de 2.000 mulheres e detectaram que as americanas ingerem uma quantidade de colina inferior à considerada ideal – 314 miligramas diários, contra os 425 miligramas recomendados. A colina é especialmente importante na gravidez. "Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação", diz o professor Cícero Galli Coimbra, do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo. A colina consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto. Além disso, outras pesquisas mostram que a substância é essencial para a saúde do cérebro, inclusive na formação de novos neurônios. Por essa razão, o consumo de colina é indicado na prevenção das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Alçada à condição de substância de 1.001 utilidades, a colina já pode ser encontrada em cápsulas, barras de cereais e bebidas energéticas.
Além de conter colina, o ovo é rico em proteínas. "Depois do leite materno, o ovo de galinha é a proteína animal mais completa e barata", diz o professor Antonio Gilberto Bertechini, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Outro benefício do ovo é a presença de antioxidantes, como a luteína e a zeaxantina, que ajudam a prevenir a degeneração macular. O baixo teor de gordura constitui mais uma vantagem do alimento. Uma unidade tem em média 7 gramas de gordura total – apenas 1,5 grama é gordura saturada, a metade do que se encontra numa fatia de queijo branco, considerado um alimento magro e saudável. "O ovo é o alimento de menor valor calórico com relação a outras fontes protéicas", diz a nutricionista Eda Maria Scur. Um ovo tem cerca de 70 calorias. Um bife de 120 gramas, igualmente rico em proteínas, tem o dobro desse valor. O consumo de quatro gemas por semana é suficiente para obter todos esses benefícios.
De fato, o ovo tem muito colesterol. Uma unidade contém 213 miligramas da substância, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração, que é de 300 miligramas. O erro, no entanto, é imaginar que todo esse colesterol, depois de ingerido, tem como destino certo o entupimento das artérias. Para 70% das pessoas, o colesterol da comida não causa impacto significativo nos níveis de gordura circulante no sangue. A elas, que não têm problema de colesterol, permite-se o consumo de até um ovo por dia. Para os 30% restantes, sugere-se moderação, mas não necessariamente a eliminação total do ovo do cardápio – especialmente se ele não dividir o prato com gorduras trans. Essas, sim, estão na mira dos médicos.  Fonte: Revista Veja (01/10/06).
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A volta por cima do ovo: Globo Repórter.
O programa Globo Repórter da Tv Globo, exibiu na sexta feira(25/08) uma reportagem excelente dizendo que o OVO é um dos melhores alimentos para o  cérebro e acabando com o mito do colesterol.
Faltava uma associação de avicultura de postura forte para aproveitar este momento.  Infelizmente....
 Abaixo segue a reportagem na síntese:

Avenida Paulista, esquina com a Rua Augusta. Não se engane com o endereço fácil. A corrida de táxi vai pegar o atalho de um cérebro privilegiado. São Paulo tem 128 mil ruas. Cada passageiro, um destino. Cada destino, um roteiro repleto de minúcias. Alguns segundos. É só o que o taxista João Pereira de Souza precisa para desvendar qualquer trajeto. Um detalhado mapa imaginário vai aparecendo na cabeça dele.
Dar sentido a uma cidade é o que urbanista Lucídio Guimarães Albuquerque faz. Ordenar o desenho urbano, pôr letras e números numa seqüência lógica. Ajudar a planejar Brasília faz parte do trabalho de Lucídio.
"Arquitetura, urbanismo e planejamento regional sempre foram meus grandes interesses profissionais, desde jovem, quando entrei para a antiga Universidade do Brasil, em 1943. Eu não sei o vem a ser sossegar. Se é parar, isso eu não faço", diz Lucídio.
Aos 85 anos, Lucídio estuda como nunca e trabalha como sempre. Arquiteto e consultor da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal, percorre os núcleos rurais que ajudou a criar e acompanha a produção agrícola. Conhece todo mundo pelo nome.
"Eu tenho que me lembrar, de memória, de pessoas que moram aqui. Se falam comigo, eu tenho que lembrar e conversar com eles como naquele tempo em que tinham 20 anos, como o Hugo Bota e o Chico Carioca", conta Lucídio.
João, 65 anos. Lucídio, 85. O que será que evitou o envelhecimento do cérebro deles e os manteve ativos e saudáveis? "Eu como o trivial: feijão com arroz, carninha de sol. E digo mais: mocotó uma vez por semana. Já falei isso para meu doutor cardiologista. Eu gosto porque são os sabores da minha infância. Era o que mais se comia na minha casa", lembra Lucídio.
A ciência já estuda a relação entre os alimentos e o funcionamento do cérebro. Duas universidades gaúchas – a Federal do Rio Grande do Sul e a Unisinos – estão pesquisando juntas o quanto a nossa dieta pode ser capaz de fornecer nutrientes essenciais para melhorar a comunicação entre as células do cérebro. É o caso, por exemplo, do arroz com feijão. O prato típico do brasileiro ajuda a manter o cérebro funcionando bem. E ele precisa.
O cérebro tem menos de 5% da massa total do corpo, mas gasta 20% de todo o oxigênio que respiramos. Com tanto oxigênio concentrado num espaço tão pequeno, pode acontecer com o cérebro o que acontece com um pedaço de metal em contato com o ar: a oxidação. É como se ele enferrujasse.
Alguns alimentos combatem a oxidação. "Frutas e verduras são fundamentais – de cinco a sete porções diferentes por dia, de preferência, coloridas. Há um tempo, as cores dos alimentos estavam relacionadas com a beleza e a vontade de comer. Hoje se sabe que as cores têm pigmentos que são antioxidantes", explica a nutricionista Denize Righetto Ziegler, da Unisinos e da UFRGS.
Tão importante quanto à alimentação é a postura diante da vida. Antes de sair da Bahia, ninguém acreditava em João.
"Eu era considerado o garotinho mais burrinho da cidade, porque eu não estudei. Quando se falava qualquer coisa sobre estudo, eu não sabia nada. Então, fiquei conhecido como o mais burrinho da cidade", conta o taxista.
E o baiano do interior virou taxista em São Paulo. Aí, piorou. Ele conta que alguns passageiros ficavam indignados quando ele não sabia a localização de determinada rua. E quando descobriam de onde ele era, saíam-se com esta: "Também... Deixam baiano trabalhar na praça!".
De orgulho ferido, o baiano João meteu o mapa da metrópole na cabeça: decorou 200 páginas do Guia da Grande São Paulo. Não há um único paulistano capaz de saber mais do que ele.
"A página 26 está já lá no fim, fazendo divisa com Itaquaquecetuba. É mais conhecida como Avenida Água Chata", afirma João.
Ao enfrentar a humilhação, João estava, sem saber, ajudando o cérebro dele a funcionar melhor. A memória fantástica apareceu quando ele rejeitou uma atitude derrotista.
"O sofrimento envelhece o cérebro, bloqueia a produção de novas células nervosas que iriam substituir células perdidas e acelera a perda de células nervosas em regiões específicas do cérebro", revela o neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A ciência sempre acreditou – e todos nós sempre aprendemos na escola – que as células do cérebro, ao contrário das outras células do nosso corpo, nunca se regeneram. Quando um neurônio morre, jamais nasce outro no lugar dele. Mas, de dez anos para cá, essa certeza científica foi dando lugar a evidências cada vez maiores de que as células nervosas podem, sim, construir novas pontes tapando os buracos provocados pelos neurônios mortos e religando a comunicação que estava interrompida.
Isso é feito pelas chamadas células precursoras, que podem viajar de uma região a outra do cérebro e substituir os neurônios mortos. Quando elas fazem isso, acontece a neurogênese, o nascimento de novos neurônios.
Tomar sol bem cedo ou no fim da tarde ajuda a pele produzir a vitamina D, fundamental para a neurogênese. Mas não é só. "É absolutamente importante a pessoa manter ao longo da vida inteira a alegria de viver, o entusiasmo pelo que faz, procurar enfrentar os problemas do dia-a-dia com serenidade", aconselha doutor Galli.
Outro aliado da produção de novos neurônios é um ex-vilão inteiramente regenerado pela medicina: o ovo, com a clara bem durinha e a gema mole.
"Isso pode parecer contrário ao conceito tradicional, mas está absolutamente de acordo com os dados mais recentes que têm sido demonstrados na literatura médica. O ovo possui elementos, entre eles eu destaco o colesterol de alto peso molecular, o chamado colesterol bom, e a colina, que são nutrientes essenciais para a produção de novas células", ressalta doutor Galli. Botar o ovo no cardápio e apanhar um pouco de sol todo dia é barato e fácil.
Mas e a outra pré-condição para favorecer o nascimento de neurônios: como lidar com o estresse?
João garante que não é estressado com trânsito. "O engarrafamento não tem jeito. Fazer o quê? Relaxar. Aí, o passageiro fica nervoso porque acha que eu não conheço o melhor caminho. Quando São Paulo pára, não temos por onde sair", conforma-se o taxista.
Manter a calma num trânsito infernal é uma façanha que traz suas recompensas. Uma pesquisa da Rede Sarah mostra que o estresse exagerado afeta a memória.
"De repente, começaram a aparecer muitas pessoas, principalmente na faixa etária dos 45 aos 60 anos, dizendo que estavam ficando velhas porque estavam perdendo a memória", conta a neurocientista Lucia Willadino Braga.
A pesquisa comparou o cérebro de dois grupos de pessoas. O primeiro tinha entre 45 e 60 anos. O segundo, como Lucídio, mais de 80 anos de idade. A pedido do Globo Repórter, Lucídio refez os testes da pesquisa.
Logo no primeiro teste, Lucídio mostrou a memória impecável. Para fazer o teste de memória visual em que ele tinha de lembrar de uma série de figuras, Lucídio entrou numa máquina de ressonância magnética. Enquanto isso, os pesquisadores monitoravam sua atividade cerebral Enquanto ele lembrava das figuras, os equipamentos identificavam que região do cérebro ele estava usando. Lucídio confirmou os resultados anteriores: na memória de curto prazo, o acerto foi de 96%, bem maior do que o das pessoas mais jovens que participaram da pesquisa.
"Depois nós fizemos o teste da memória visual, que são as figuras abstratas. Eu perguntei qual delas você tinha visto antes e, incrivelmente, você acertou 100%. Então, você está com o cérebro muito jovem, muito exercitado, o que mostra que durante a sua vida toda você manteve o cérebro funcionando", anunciou Lucia.
O exame revelou também a estratégia usada por Lucídio para se lembrar das figuras. Ele ativou uma parte do cérebro acima dos olhos, perto da testa, uma área relacionada com o planejamento.
Culto e sofisticado, Lucídio foi buscar na obra de um pintor do século 16 uma maneira de fixar na memória, por associação, uma das figuras do teste. "Uma delas eu associei àquelas imagens fantásticas de El Greco", contou o urbanista.
A pesquisa do Hospital Sarah de Brasília concluiu que o grupo mais jovem estava tendo falhas na memória por causa do estresse e que o grupo mais velho manteve a memória intacta porque nunca deixou de exercitar o cérebro.
"A gente viu que nesse grupo entre 45 e 60 anos, as pessoas estavam estressadas. Elas estavam tomando remédio para dormir, fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Então, elas não tinham um problema de memória e sim um problema de estruturação da vida", esclarece a neurocientista.
"Eu sei que me dediquei bastante até hoje. A partir do dia em que o homem achar que sabe tudo, ele estará perdido", diz João.
"Trabalhar é importante. Levantar cedo também. Passarinho madrugador é que come minhoca. Na roça, achamos que era importante sair com o nascer do sol", finaliza Lucídio.
Fonte: Globo Repórter (26/08/06)
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Frango é o culpado pela destruição da Amazônia, diz Greenpeace.
Se depender do Greenpeace, quem deve pagar o pato pela destruição da Amazônia é o frango. Mais exatamente, o Chicken McNuggets das lanchonetes McDonalds - e a culpa é toda da soja. Em poucas palavras, talvez palavras de menos, essa é a mensagem do relatório Eating Up the Amazon, que a ONG internacional lançou dia 06/04/06).
Não é simples emitir uma opinião sobre esse relatório do Greenpeace. É uma publicação alentada, visivelmente bem calçada em estudos, estatísticas e relatórios (se servir de indicador, o texto tem 290 notas e quatro páginas de bibliografia). Além disso, resulta ainda de um esforço do escritório do Greenpeace na Amazônia (Manaus) em combinar as armas do geoprocessamento com imagens de satélite, dos sobrevôos no novo avião anfíbio doado por um bilionário britânico e dos contatos com atores locais para instruir suas estratégias e campanhas.
Pode ser desinformação deste blogue, mas há muito tempo não se via um documento da ONG sobre a Amazônia com tanto recheio e alicerce. Recheio e alicerce, porém, não são garantia de sustentabilidade. E o vínculo desmatamento-McNuggets talvez necessite de mais palavras, notas, referências e páginas para permanecer de pé.
A conexão alimentar com a destruição das florestas tropicais tem uma longa história. Nos anos 1980, quando a devastação da Amazônia se tornou escândalo internacional, surgiu a lenda urbana, persistente na Europa, de que as cadeias vendedoras de hambúrgueres eram as maiores responsáveis pelo desmatamento no Brasil. OK, boa parte da derrubada da mata na época era mesmo para implantar pastagens e criar bois, mas o Brasil não exportava quase carne para a Europa. Era impossível rastrear a carne bovina proveniente da Amazônia até o Burger King da Ku'Damm, em Berlim, por exemplo.
Isso nos anos 1980, note bem. Mais recentemente, o CIFOR (Centro para a Pesquisa Florestal Internacional, com sede na Indonésia) mostrou com um relatório muito comentado, A Conexão Hambúrguer Alimenta a Destruição da Amazônia, que o aumento desmesurado das exportações brasileiras de carne bovina, na virada do milênio, estava sendo obtido com a expansão da pecuária na Amazônia. O que era lenda, ou difícil de provar, nos anos 1980, no século 21 estava de fato acontecendo.
O relatório ora lançado pelo Greenpeace parece montado para obter o mesmo tipo de repercussão, ou talvez evocar nos consumidores de países ricos a mesma reação reflexa de rejeitar ou até boicotar produtos de grande impacto simbólico, neste caso o lanche Chicken McNuggets. Segundo o documento, a soja está se tornando um dos principais motores do desmatamento na Amazônia (o que, direta ou indiretamente, é fato, ainda que não o principal) e quase toda a soja amazônica (Mato Grosso) estaria sendo exportada para a Europa, onde é usada para fazer ração, que por sua vez é consumida sobretudo por frangos, que por sua vez são a matéria-prima dos McNuggets.
A organização teve o cuidado de documentar um percurso como esse, mas certamente não é a demanda do McDonalds que está alimentando a expansão da soja no Brasil (China é a palavra-chave, aqui). Pôr a culpa no insosso franguinho prensado e frito pode ser altamente rentável, no plano simbólico-propagandístico, mas também pode expor a ONG à acusação de ter eleito algo arbitrariamente um bode expiatório para o desmatamento. O lieotr que conclua e o diga.
No mais, a ONG está absolutamente certa na indicação do caminho: os complexos da soja, da bovinocultura, da avicultura, da suínocultura, da madeira de lei etc. só passarão a respeitar padrões de sustentabilidade e de qualidade socioambiental, no Brasil, como um todo, se os mercados internacionais começarem ou continuarem a adotar exigências de certificação cada vez mais fortes. Aos produtores brasileiros resta adaptar-se, ou então fiar-se na arriscada estratégia de denunciar a coisa certa a fazer como um estratagema para erguer barreiras não-tarifárias a suas commodities. Fonte: uol
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Produção de pintainhas:

201
1

Mês Brancas Vermelhas Total
Janeiro 4.978.164 1.634.578 6.612.742
 Fevereiro 4.199.580  1.386.556   5.586.136 
 Março 4.797.267  1.760.458  6.557.725 
 Abril 5.206.484 1.927.057  7.133.541 
 Maio 4.744.000  1.730.000  6.474.000
 Junho 5.023.571  1.563.130  6.586.701 
 Julho 5.141.207  1.574.616  6.715.823 
Agosto  5.210.760  1.904.704  7.115.464 
 Setembro 5.267.606  1.667.383  6.934.989 
 Outubro 5.001.442 1.621.034 6.622.476
Novembro 4.988.086   1.718.525 6.706.611
 Dezembro 4.881.509 1.625.128 6.506.637
TOTAL 59.439.676 20.113.169 79.552.845

Média de 2011: 6.629.404
Média de 2010: 6.
518.972
Média de 2009: 5.
059.857
Média de 2008: 5.009.112
Média de 2007: 5.017.583

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EVENTOS:

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